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	<title>Catolicos Alerta!</title>
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	<description>Folhetos, livros e livretos para propagação da Fé Católica.</description>
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		<title>Catolicos Alerta!</title>
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		<title>Curso de Apologética Cristã &#8211; Pe. Devivier, S.J.</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 04:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro em PDF. Excelente Curso de Apologética do Pe. Devivier, obra recomendada pelo Papa S. Pio X. “É um livro essencialmente didático, muito metódico na doutrina, seguro e convicente no raciocínio, e ao mesmo tempo atilado e circunspeto no ventilar as questões, sóbrio sem deficiências nem demasias na linguagem, e enfim tão bem meditado e substancioso que suave e fortemente triunfa das inteligências que não fechem acintosamente os olhos á verdade.” (o tradutor)<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=431&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">CURSO DE APOLOGÉTICA CRISTÃ</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui. Livro escaneado, encontrado na internet e disponibilizado aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2012/02/pe-devivier-curso-de-apologetica-crista.pdf" target="_blank">Baixar o livro aqui.</a></strong><br />
<strong>Formato:</strong> <em>PDF</em><br />
<strong>Tamanho:</strong> <em>49,0 MB</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-433" title="Capa do livro." src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2012/02/000_capa.jpg?w=203&#038;h=300" alt="" width="203" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Curso de Apologética Cristã.</strong><br />
<em>Exposição Raciocinada dos Fundamentos da Fé.</em></p>
<p style="text-align:center;">Padre Walter Devivier, S.J.</p>
<p style="text-align:center;">(Editora Melhoramentos, São Paulo, 3a. edição, 1925. Versão Portuguesa pelo Padre Manoel Martins, S. J.)</p>
<p style="text-align:center;"><a href="https://cursoapologeticacrista.wordpress.com/" target="_blank">cursoapologeticacrista.wordpress.com</a></p>
<p style="text-align:center;">&#8220;É um livro essencialmente didático, muito metódico na doutrina, seguro e convicente no raciocínio, e ao mesmo tempo atilado e circunspeto no ventilar as questões, sóbrio sem deficiências nem demasias na linguagem, e enfim tão bem meditado e substancioso que suave e fortemente triunfa das inteligências que não fechem acintosamente os olhos á verdade.&#8221; (o tradutor)</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#008000;"><strong>ÍNDICE</strong></span></p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Apreciações</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#000000;">- <a href="http://cursoapologeticacrista.wordpress.com/2012/02/21/carta-de-s-s-s-pio-x/" target="_blank"><span style="color:#000000;">Carta de S.S. S. Pio X</span></a></span><br />
- Carta do Exmo. Revmo. Sr. D. Sebastião Leme, Arc.-Coadj. do Rio de Janeiro<br />
- Carta prefácio</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"><strong>INTRODUÇÃO AO CURSO DE APOLOGÉTICA CRISTÃ</strong></span></h3>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Prólogo</strong></span></p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo I – Deus, sua existência e natureza</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. I. – Existência de Deus</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">Primeira prova. – Afirmação explícita da existência de Deus<br />
Segunda prova. – Afirmação implícita da existência de Deus<br />
Terceira prova. – A existência do mundo vísivel<br />
Quarta prova. – As perfeições e a ordem do mundo<br />
Quinta prova. – Contradições do ateísmo e suas funestas consequências<br />
Prova subsidiária da existência de Deus. – O escol das inteligências do gênero humano afirmou sempre está existência</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. II. – Natureza e atributos de Deus</strong></p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo II – A alma humana – Espiritualidade, liberdade, imortalidade</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. I. – Espiritualidade da alma humana</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Noções<br />
§ II. Adversários<br />
§ III. Provas da espiritualidade da alma<br />
§ IV. Objeções</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. II. – Liberdade da alma humana</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Estado da questão<br />
§ II. Adversários<br />
§ III. Provas do livre arbítrio<br />
§ IV. Objeções</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. III. – Imortalidade da alma humana</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Noções preliminares<br />
§ II. Adversários<br />
§ III. Consenso dos povos<br />
§ IV. Objeções</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"><strong>CURSO DE APOLOGÉTICA CRISTÃ</strong></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#003300;"><strong>I PARTE - A RELIGIÃO CRISTÃ</strong></span></h3>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo I – Noções gerais e questões preliminares</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. I. – Noções gerais</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Sobre a religião<br />
§ II. Sobre a revelação<br />
§ III. Fim e divisão deste curso<br />
§ IV. As três fases históricas da religião revelada</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. II. – Discussão de três questões preliminares</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Função que a razão desempenha em matérias de fé<br />
§ II. Meios que produzem a certeza preparatória para a fé<br />
§ III. Mistérios da religião</p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo II – Valor Histórico da Sagrada Escritura</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. I. – Considerações gerais</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. II. – Valor histórico dos Evangelhos</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Autenticidade dos Evangelhos<br />
§ II. Integridade dos Evangelhos<br />
§ III. Veracidade dos Evangelhos</p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo III – Demonstração da divindade da religião cristã</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. I. – Observação sobre o método desta demonstração</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. II. – O milagre da profecia</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Natureza do milagre<br />
§ II. Possibilidade do milagre<br />
§ III. Possibilidade de verificar o milagre<br />
§ IV. Força demonstrante do milagre<br />
§ V. A profecia, sua natureza e qualidade</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. III. – Dez provas sobre a divindade da missão de Jesus Cristo e da religião cristã, obra sua</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">Primeira prova: Os milagres de Jesus Cristo<br />
Segunda prova: A ressurreição de Jesus Cristo<br />
Terceira prova: A realização das profecias sobre a pessoa e missão de Jesus Cristo<br />
Quarta prova: Os milagres dos apóstolos e discípulos de Jesus Cristo<br />
Quinta prova: Cumprimento das profecias feitas pelo próprio Jesus Cristo<br />
Sexta prova: A prodigiosa propagação da religião cristã<br />
Sétima prova: O testemunho dos mártires<br />
Oitava prova: Maravilhosos frutos do Cristianismo ou prodigiosa transformação que ele operou no mundo<br />
Nona prova: Os ensinamentos de Jesus Cristo<br />
Décima prova: Santidade inconparável de Jesus Cristo</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Divindade de Jesus Cristo</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Resumo das dez provas e conclusão da primeira parte</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">1. A religião cristã é divina<br />
2. A religião cristã é obrigatória para todos os homens</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#003300;"><strong>II PARTE - A IGREJA CATÓLICA ROMANA</strong></span></h3>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo I – Noções preliminares</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;">§ I. Assunto e divisão da segunda parte<br />
§ II. Noções gerais sobre a Igreja</p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo II – Só a Igreja romana é a verdadeira Igreja fundada por Jesus Cristo</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. I. – Sinais distintivos ou notas da verdadeira Igreja</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">I. Notas da Igreja em Geral<br />
II. Divisão das notas<br />
III. Notas positivas</p>
<p style="padding-left:90px;">1. Unidade<br />
2. Santidade<br />
3. Catolicidade da Igreja<br />
4. Apostolicidade</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. II. – A Igreja romana possui as quatro notas positivas da verdadeira Igreja</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. A unidade<br />
§ II. A santidade<br />
§ III. A catolicidade<br />
§ IV. A apostolicidade</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. III. – O protestantismo não possui as notas da verdadeira Igreja de Jesus Cristo</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Não tem a unidade<br />
§ II. Não tem a santidade<br />
§ III. Não tem a catolicidade, nem a apostolicidade<br />
§ IV. A regra de fé dos protestantes é contrária á vontade de Cristo</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. IV. – A Igreja cismática não possui os sinais característicos da verdadeira Igreja</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Não tem a unidade<br />
§ II. Não tem a santidade<br />
§ III. Não tem a catolicidade<br />
§ IV. Não tem a apostolicidade</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. V. – O primado da sede de S. Pedro ou o papado</strong></p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo III – Sobre algumas prerrogativas por Jesus Cristo concedidas á sua Igreja</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. I. – A indefectibilidade da Igreja</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. II. – Autoridade ou poderes da Igreja</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">1. Poder de ensinar<br />
2. Poder de administrar os sacramentos<br />
3. Poder de governar</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. III. – Infalibilidade da Igreja</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">1. A sua natureza e a sua necessidade<br />
2. Assunto ou objeto desta infalibilidade<br />
3. Possuidores desta infalibilidade<br />
4. Condição requerida para haver infalibilidade</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. IV. – Fontes do ensino eclesiástico</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">1. Inspiração<br />
2. Tradição<br />
3. Regra da fé católica</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. V. – Relações entre a Igreja e o Estado</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">Independência do poder espiritual<br />
Independência do poder civil<br />
Sobre os direitos da Igreja<br />
Acordo amigável entre a Igreja e o Estado, em matérias mistas<br />
A Igreja e o Estado devem auxiliar-se mutuamente<br />
Supremacia indireta da Igreja sobre a sociedade civil<br />
As imunidades eclesiásticas e os bens de mão-morta<br />
A mão-morta</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. VI. – O liberalismo e a liberdade</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">1. Noções sobre o liberalismo<br />
2. As liberdades modernas<br />
3. Sobre a tolerância<br />
Resumo da doutrina católica sobre o liberalismo e as relações entre a Igreja e o Estado<br />
4. Algumas noções sobre a liberdade e as suas diversas espécies</p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Capítulo IV – Algumas das acusações que se fazem contra a Igreja</strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>§ I. A intolerância da Igreja</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">1. Em que sentido é a Igreja intolerante<br />
2. A intolerância do protestantismo<br />
3. Intolerância dos outros inimigos da Igreja<br />
<span style="color:#000000;"><a href="http://www.permanencia.org.br/drupal/node/874" target="_blank"><span style="color:#000000;"> 4. A máxima: Fora da Igreja não já salvação</span></a></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#000000;"><strong><a href="http://www.permanencia.org.br/drupal/node/879" target="_blank"><span style="color:#000000;">§ II. A Inquisição</span></a></strong></span></p>
<p style="padding-left:60px;">1. Origem e natureza da Inquisição eclesiástica</p>
<p style="padding-left:90px;">A. Notícia histórica<br />
B. Juízo crítico</p>
<p style="padding-left:60px;">2. Origem e natureza da Inquisição espanhola</p>
<p style="padding-left:90px;">A. Notícia histórica<br />
B. Natureza da Inquisição espanhola</p>
<p style="padding-left:60px;">3. Legitimidade, por princípio e por direito, da Inquisição<br />
4. Que juízo se há de fazer sobre a Inquisição em geral, e em especial sobre a Inquisição espanhola</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>§ III. Processo Galileu</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">1. Não prova nada contra a infalibilidade do Papa e da Igreja<br />
2. A Igreja não se opõe aos progressos científicos, nem Galileu foi martir da ciência</p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#000000;"><strong><a href="http://www.permanencia.org.br/drupal/node/878" target="_blank"><span style="color:#000000;">§ IV. As Cruzadas</span></a></strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>§ V. O S. Bartolomeu</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>§ VI. Revogação do Édito de Nantes</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>§ VII. O poder exercido na idade média pelos Papas sobre o temporal dos príncipes</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">1. Este poder era inteiramente legítimo<br />
2. Os Papas fizeram do seu direito um uso muito benéfico para a sociedade</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>§ VIII. O poder temporal dos Papas</strong></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>§ IX. Os maus Papas</strong></p>
<p><span style="color:#333399;"><strong><a href="http://www.permanencia.org.br/drupal/node/880" target="_blank"><span style="color:#333399;">Capítulo V – A Igreja e a civilização</span></a></strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. I. – Estado do mundo pagão antes de Cristo</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Uma vista geral<br />
§ II. Condição dos indivíduos antes de Jesus Cristo</p>
<p style="padding-left:90px;">1. Os escravos<br />
2. Os gladiadores<br />
3. Os pobres e os infelizes<br />
4. Os operários</p>
<p style="padding-left:60px;">§ III. A família antes de Jesus Cristo<br />
§ IV. A sociedade ou o Estado antes de Jesus Cristo e as relações entre os povos</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. II. – Estado do mundo depois de Jesus Cristo ou a civilização cristã</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Vista geral<br />
§ II. A sorte dos indivíduos após a vinda de Cristo</p>
<p style="padding-left:90px;">1. Os escravos e os gladiadores<br />
2. Os pobres e os infelizes<br />
3. Os operários</p>
<p style="padding-left:60px;">§ III. A família depois de Jesus Cristo<br />
§ IV. A sociedade pública depois de Jesus Cristo e as relações internacionais<br />
§ V. A transformação dos bárbaros após a vinda de Jesus Cristo<br />
As nações católicas e as nações protestantes</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Art. III. – A Igreja e a cultura intelectual</strong></p>
<p style="padding-left:60px;">§ I. Influência da Igreja sobre as letras e as ciências<br />
§ II. A Igreja e as Belas Artes<br />
§ III. A Igreja e o ensino</p>
<p style="padding-left:90px;">1. O Ensino popular<br />
2. O Ensino superior e secundário<br />
3. A Igreja e a paz social</p>
<p><span style="color:#333399;"><strong>Conclusão geral para todo este Curso</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;">Tag’s: Formação, Formaçao, Formacao, Formacão, Católica, Catolica, Curso, Apologética, Apologetica, Apologia, Filosofia, Teologia, Defesa da Fé, Defesa da Fe, Religião, Religiao, Religiosidade, Homem, Existência de Deus, Existencia de Deus, Alma, Salvação, Salvaçao, Salvacão, Salvacao, Senhor, Todo Poderoso, Deus, Jesus Cristo, Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Catolica Apostolica Romana, Cristão, Cristao, Cristianismo, Católico, Catolico, Catolicismo, Ortodoxia, Igreja de Cristo, Igreja Verdadeira, Controvérsias, Controversias, Polêmicas, Polemicas, Mitos, Esclarecimentos, Inquisição, Inquisicao, Cruzadas, Seitas, Hereges, Heresias.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/catolicosalerta.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/catolicosalerta.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/catolicosalerta.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/catolicosalerta.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/catolicosalerta.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/catolicosalerta.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/catolicosalerta.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/catolicosalerta.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/catolicosalerta.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/catolicosalerta.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/catolicosalerta.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/catolicosalerta.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/catolicosalerta.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/catolicosalerta.wordpress.com/431/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=431&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Capa do livro.</media:title>
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		<title>Novena à Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/11/18/novena-a-nossa-senhora-das-gracas-da-medalha-milagrosa/</link>
		<comments>http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/11/18/novena-a-nossa-senhora-das-gracas-da-medalha-milagrosa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 02:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa Senhora]]></category>
		<category><![CDATA[Orações]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa_Senhora]]></category>
		<category><![CDATA[Novena]]></category>
		<category><![CDATA[Oração]]></category>

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		<description><![CDATA[A novena, preferencialmente, deve começar no dia 18 de novembro para terminar um dia antes da festa de Nossa Senhora das Graças (27/11). Mas aquele que quiser rezar a novena em qualquer época do ano, pode fazê-lo à vontade.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=351&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">NOVENA À NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS DA MEDALHA MILAGROSA</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/11/novena_gracas.pdf" target="_blank">Folheto em PDF.</a></strong><br />
<strong>Impressão:</strong> <em>Contém duas páginas que devem ser impressas na frente e verso de uma mesma folha, em seguida se dobra a folha ao meio, e se terá 1 panfleto pronto.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/catolicosalerta.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/catolicosalerta.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/catolicosalerta.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/catolicosalerta.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/catolicosalerta.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/catolicosalerta.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/catolicosalerta.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/catolicosalerta.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/catolicosalerta.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/catolicosalerta.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/catolicosalerta.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/catolicosalerta.wordpress.com/351/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/catolicosalerta.wordpress.com/351/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/catolicosalerta.wordpress.com/351/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=351&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">tradicaocatolicaes</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Filotéia ou Introdução à Vida Devota</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/07/26/filoteia-ou-introducao-a-vida-devota/</link>
		<comments>http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/07/26/filoteia-ou-introducao-a-vida-devota/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 20:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade e Moral]]></category>
		<category><![CDATA[Livros on-line]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade_Moral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosalerta.wordpress.com/?p=331</guid>
		<description><![CDATA[Livro em PDF. Esta é uma das principais obras de São Francisco de Sales. Um verdadeiro compêndio da vida devota. O livro oferece ao leitor recomendações e exercícios para a boa condução da alma a Deus, à prática das virtudes e da oração. Traz também, avisos necessários contra as tentações mais comuns e o modo de como renovar e conservar a alma na devoção.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=331&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">FILOTÉIA OU INTRODUÇÃO À VIDA DEVOTA</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui. Livro escaneado, encontrado na internet e disponibilizado aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/07/s-francisco-de-sales-filotc3a9ia-introduc3a7c3a3o-c3a0-vida-devota.pdf" target="_blank">Baixar o livro aqui.</a></strong><br />
<strong>Formato:</strong> <em>PDF</em><br />
<strong>Tamanho:</strong> <em>9,95 MB<br />
</em><strong>Obs.:</strong> <em>Normalmente o arquivo será aberto com as páginas na diagonal, neste caso basta girar a visualização no sentido anti-horário para facilitar a leitura.</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-340" title="São Francisco de Sales (21/08/1567 - 28/12/1622)" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/07/s-francisco-de-sales.jpg?w=530" alt=""   /></p>
<p style="text-align:center;">Esta é uma das principais obras de São Francisco de Sales. Um verdadeiro compêndio da vida devota. O livro oferece ao leitor recomendações e exercícios para a boa condução da alma a Deus, à prática das virtudes e da oração. Traz também, avisos necessários contra as tentações mais comuns e o modo de como renovar e conservar a alma na devoção.</p>
<p style="text-align:center;">(Traduzida por Frei João José P. de Castro, O.F.M.)</p>
<p style="text-align:center;">+</p>
<h3 style="text-align:center;">Indicamos Livraria e <a href="http://www.editorapermanencia.net/" target="_blank">Editora Permanência</a>:</h3>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.editorapermanencia.net/loja/index.php/catecismo-catolico-da-crise-na-igreja-57.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-457" title="Clique aqui para adquirir o seu exemplar de Filotéia na Livraria Permanência." src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/07/filoteia.jpg?w=530" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="text-decoration:underline;">Relacionado:</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://tradicaocatolicaes.blogspot.com/2011/07/pagina-inicial-vida-catolica.html" target="_blank">Como levar uma vida Católica no mundo</a></strong><br />
<em>Conferências baseadas na obra &#8220;Filotéia ou Introdução à Vida Devota&#8221;, de São Francisco de Sales, dadas pelo Prof. Cláudio de Cicco, Instrutor da Congregação Mariana N.S. Aparecida e S. José.</em></p>
<p style="text-align:center;"><strong>+</strong></p>
<h3 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#008000;">ÍNDICE ANALÍTICO</span></strong></h3>
<p>São Francisco de Sales &#8211; Vida<br />
Obras<br />
Prefácio de S. Francisco de Sales<br />
Oração dedicatória</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>PRIMEIRA PARTE</strong></h3>
<p style="text-align:center;"><strong>Avisos e exercícios necessários para conduzir a alma que começa a sentir os primeiros desejos da vida devota, até possuir uma vontade resoluta e sincera de abraça-lá</strong></p>
<p>1. A natureza da devoção<br />
2. Propriedades e excelências da devoção<br />
3. A devoção é útil a todo estado e circunstâncias da vida<br />
4. Necessidade dum diretor espiritual para entrar e progredir nos caminhos da devoção<br />
5. Necessidade de começar pela purificação da alma<br />
6. Antes de tudo é necessário que a alma se purifique dos pecados mortais<br />
7. Em seguida é necessário purificar a alma de toda a afeição ao pecado<br />
8. Como alcançar este segundo grau de pureza da alma<br />
9. Meditação sobre a criação do homem<br />
10. Meditação sobre o fim do homem<br />
11. Meditação sobre os benefícios de Deus<br />
12. Meditação sobre os pecados<br />
13. Meditação sobre a morte<br />
14. Meditação sobre o último juizo<br />
15. Meditação sobre o inferno<br />
16. Meditação sobre o paraíso<br />
17. Meditação sobre uma alma que delibera a escolha entre o céu e o inferno<br />
18. Meditação para deliberar entre a vida mundana e a vida devota<br />
19. Espírito necessário para fazer bem a confissão geral<br />
20. Protestação da alma a Deus para confirmar-se numa resolução inabalável de servir-lhe e para concluir os atos de penitência<br />
21. Conclusão de tudo o que fica dito sobre o primeiro grau da pureza da alma<br />
22. Necessidade de purificar a alma de todos os afetos ao pecado venial<br />
23. Necessidade de purificar a alma das coisas inúteis e perigosas<br />
24. Necessidade de purificar a alma mesmo das imperfeições naturais</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>SEGUNDA PARTE</strong></h3>
<p style="text-align:center;"><strong>Diversos avisos para elevar a alma a Deus por meio da oração e da recepção dos sacramentos</strong></p>
<p>1. A necessidade da oração<br />
2. Breve método de meditação. Primeiro ponto da preparação: pôr-se na presença de Deus<br />
3. Segundo ponto da preparação: a invocação<br />
4. Terceiro ponto da preparação: propor-se um mistério<br />
5. Segunda parte da meditação: As considerações<br />
6. Terceira parte da meditação: Os afetos e as resoluções<br />
7. A conclusão e o ramalhete espiritual<br />
8. Avisos utilíssimos acerca da meditação<br />
9. A aridez espiritual na meditação<br />
10. A oração da manhã<br />
11. A oração da noite e o exame de consciência<br />
12. A solidão do coração<br />
13. As aspirações ou orações jaculatórias e os bons pensamentos<br />
14. A santa Missa e o melhor modo de ouvi-la<br />
15. Outros exercícios públicos e comuns de devoção<br />
16. Devemos honrar e invocar os santos<br />
17. Como se deve ouvir e ler a palavra de Deus<br />
18. Como se devem receber as inspirações<br />
19. A santa confissão<br />
20. A comunhão frequente<br />
21. Como se deve comungar</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>TERCEIRA PARTE</strong></h3>
<p style="text-align:center;"><strong>Avisos necessários para a prática das virtudes</strong></p>
<p>1. A escolha das virtudes<br />
2. Continuação das reflexões necessárias sobre a escolha das virtudes<br />
3. A paciência<br />
4. A humildade nas ações exteriores<br />
5. A humildade interior é a mais perfeita<br />
6. A humildade nos faz amar a nossa própria abjeção<br />
7. Modo de conservar a reputação juntamente com o espírito de humildade<br />
8. A mansidão no trato com o próximo e os remédios contra a cólera<br />
9. A mansidão para conosco<br />
10. Deve-se tratar dos negócios com muito cuidado, mas sem inquietação nem ansiedade<br />
11. A obediência<br />
12. Necessidade da castidade<br />
13. Conselhos para conservar a castidade<br />
14. O espírito de pobreza unido à posse de riquezas<br />
15. Modo de praticar a pobreza real, permanecendo na posse das riquezas<br />
16. As riquezas de espírito no estado de pobreza<br />
17. A amizade em geral e suas espécies más<br />
18. As mais perigosas amizades<br />
19. As verdadeiras amizades<br />
20. Diferença das amizades vãs e verdadeiras<br />
21. Avisos e remédios contra as más amizades<br />
22. Outros avisos sobre as amizades<br />
23. Exercício de mortificação exterior<br />
24. A sociedade e a solidão<br />
25. A decência dos vestidos<br />
26. As conversas e, em primeiro lugar, como se há de falar de Deus<br />
27. Honestidade das palavras e respeito que se deve ao próximo<br />
28. Os juízos temerários<br />
29. A maledicência<br />
30. Alguns outros avisos acerca do falar<br />
31. Os divertimentos; em primeiro lugar os honestos e lícitos<br />
32. Os jogos proíbidos<br />
33. Os bailes e outros divertimentos permitidos, mas perigosos<br />
34. Quando se pode jogar ou dançar<br />
35. A fidelidade devida a Deus tanto nas coisas pequenas como nas grandes<br />
36. Devemos ter um espírito justo e razoável<br />
37. Os desejos<br />
38. Avisos para os casados<br />
39. Da honestidade do leito conjugal<br />
40. Avisos para as viúvas<br />
41. Uma palavra sobre a virgindade</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>QUARTA PARTE</strong></h3>
<p style="text-align:center;"><strong>Avisos necessários contra as tentações mais comuns</strong></p>
<p>1. Não se deve fazer caso do que dizem os mundanos<br />
2. É preciso dotar-nos de coragem<br />
3. Natureza das tentações; diferença entre o sentir e o consentir<br />
4. Dois belos exemplos sobre este assunto<br />
5. Consolação para uma alma que se acha tentada<br />
6. Como a tentação e a deleitação podem ser pecados<br />
7. Meios contra as grandes tentações<br />
8. É preciso resistir às pequenas tentações<br />
9. Meios contra as pequenas tentações<br />
10. Modo de fortificar o coração contra as tentações<br />
11. O desassossêgo<br />
12. A tristeza<br />
13. As consolações espirituais e sensíveis e como nos devemos portar nelas<br />
14. Securas e esterilidades espirituais<br />
15. Frisante exemplo para esclarecimento da matéria</p>
<h3 style="text-align:center;"><strong>QUINTA PARTE</strong></h3>
<p style="text-align:center;"><strong>Avisos e exercícios necessários para renovar e conservar a alma na devoção</strong></p>
<p>1. Necessidade de renovar todos os anos os bons propósitos<br />
2. Consideração da bondade de Deus em nos chamar ao seu serviço, segundo as protestações feitas na primeira parte<br />
3. Exame da alma sobre o seu adiantamento na vida devota<br />
4. Exame do estado da alma para com Deus<br />
5. Exame do estado da alma para consigo mesma<br />
6. Exame do estado da alma para com o próximo<br />
7. Exame sobre as paixões<br />
8. Afetos que se devem seguir a este exame<br />
9. Considerações próprias para se renovar os bons propósitos<br />
10. Primeira consideração: a excelência da nossa alma<br />
11. Segunda consideração: a excelência das virtudes<br />
12. Terceira consideração: o exemplo dos santos<br />
13. Quarta consideração: o amor de Jesus Cristo por nós<br />
14. Quinta consideração: o amor eterno de Deus por nós<br />
15. Afetos gerais sobre as considerações precedentes, para concluir este exercício<br />
16. Sentimentos que se devem conservar depois deste exercício<br />
17. Resposta a duas objeções possíveis contra esta introdução<br />
18. Três avisos importantes para terminar esta introdução</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/catolicosalerta.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/catolicosalerta.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/catolicosalerta.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/catolicosalerta.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/catolicosalerta.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/catolicosalerta.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/catolicosalerta.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/catolicosalerta.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/catolicosalerta.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/catolicosalerta.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/catolicosalerta.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/catolicosalerta.wordpress.com/331/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/catolicosalerta.wordpress.com/331/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/catolicosalerta.wordpress.com/331/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=331&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">São Francisco de Sales (21/08/1567 - 28/12/1622)</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/07/filoteia.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Clique aqui para adquirir o seu exemplar de Filotéia na Livraria Permanência.</media:title>
		</media:content>

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	</item>
		<item>
		<title>Carismatismo Católico, sim, e… não</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/07/10/carismatismo-catolico-sim-e%e2%80%a6-nao/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 21:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Combate externo]]></category>
		<category><![CDATA[Combate interno]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Carismático]]></category>
		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>
		<category><![CDATA[RCC]]></category>

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		<description><![CDATA[Folheto: O atual Carimastimo protestante e superemotivo das seitas teve sua origem, no começo do século passado, nos Estados Unidos. Uma estudante protestante afirmou ter sentido, de repente, uma sensação de paz e de gozo, e começou a falar, como disse, em "línguas desconhecidas". Ela atribuiu esses fenômenos a Cristo. Passados alguns dias, em toda a comunidade se davam as mesmas manifestações que foram interpretadas como sendo um "batismo no Espírito". Assim nascia o movimento pentecostal, cuja característica é pretender provocar artificialmente, em clima superemotivo, os carismas extraordinários concedidos pelo Espírito Santo aos Apóstolos no dia de Pentecostes. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=310&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://catolicosalerta.wordpress.com/" target="_self">Página inicial</a> &gt; <a href="http://catolicosalerta.wordpress.com/combate-externo/">Combate externo</a> &gt; <a href="http://catolicosalerta.wordpress.com/combate-externo/protestantismo/" target="_self">Protestantismo</a></p>
<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">CARISMATISMO SUPER-EMOTIVO</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/07/fc_13_-_carismatismo_super-emotivo.pdf" target="_blank">Folheto em PDF.</a></strong><br />
<strong>Impressão:</strong> <em>Contém uma só página que deve ser impressa na frente e verso de uma mesma folha. Em seguida corte a folha ao meio e se terá 2 panfletos prontos.</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#339966;">Conteúdo:</span></h2>
<p style="text-align:justify;">1 &#8211; O atual Carimastimo protestante e superemotivo das seitas teve sua origem, no começo do século passado, nos Estados Unidos. Uma estudante protestante afirmou ter sentido, de repente, uma sensação de paz e de gozo, e começou a falar, como disse, em <strong><em>&#8220;línguas desconhecidas&#8221;</em></strong>. Ela atribuiu esses fenômenos a Cristo. Passados alguns dias, em toda a comunidade se davam as mesmas manifestações que foram interpretadas como sendo um <strong><em>&#8220;batismo no Espírito&#8221;</em></strong>. Assim nascia o movimento pentecostal, cuja característica é pretender provocar artificialmente, em clima superemotivo, os carismas extraordinários concedidos pelo Espírito Santo aos Apóstolos no dia de Pentecostes.</p>
<p style="text-align:justify;">2 &#8211; Esta atitude já estava implícita na <strong>&#8220;fé-sentimento-de-confiança&#8221;</strong>, de Lutero, com seu descaso inato pela precisão doutrinária das <strong>verdades a crer</strong> que são de natureza radicalmente racionais (Cf. Fol. Cat., n° 15). São reveladas por Deus e propostas pela Igreja à nossa fé como necessárias de se crer para a salvação. Devemos, pois, prestar-lhes um assentimento da mente. Não pode resvalar para um exacerbado sentimento religioso, como acontece no carismatismo das seitas.</p>
<p style="text-align:justify;">3 &#8211; <strong><em>&#8220;Pentecostes&#8221;</em></strong> é palavra de origem grega que significa <em>&#8220;quinquagésimo dia&#8221;</em>, porque foi 50 dias após a sua Ressurreição que Jesus enviou o Espírito Santo sobre os Apóstolos, como lhes havia prometido. Para isso, ao subir ao Céu, ordenou-lhes que permanecessem reunidos na cidade, pois <em>&#8220;sereis</em>, disse-lhes, <em>batizados no Espírito Santo daqui a poucos dias.&#8221;</em> (Atos 1, 4-5) <em>&#8220;Batizados&#8221;</em> aqui, significa, <em>&#8220;inundados&#8221;</em>, <em>&#8220;cheios&#8221;</em>. Não é, pois, um outro batismo diverso do Sacramento do Batismo, mas a graça especial da vinda do Espírito Santo, com a abundância de seus dons extraordinários, com seus efeitos tanto interiores, como exteriores visando a edificação da Igreja.</p>
<p style="text-align:justify;">4 &#8211; A abundância de dons extraordinários do dia de Pentecostes visava, pois, socorrer a Igreja, sobretudo nos seus difíceis começos em que devia aplicar-se a converter judeus endurecidos e pagãos idólatras. Eram dons da ordem dos <strong>carismas</strong>, os quais &#8211; quando verdadeiros &#8211; não se destinam diretamente ao bem da pessoa que os recebe, mas ao da comunidade dos fiéis.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o bem pessoal da santificação e salvação de cada fiel em particular, Jesus já havia instituído na sua Igreja os S. Sacramentos como canais ou meios normais e permanentes de comunicação da graça e dos dons divinos.</p>
<p style="text-align:justify;">5 &#8211; São Paulo encontrou em certas comunidades uma prática especial, chamada &#8220;glossolália&#8221;, ou &#8220;fala em línguas estranhas&#8221; &#8211; não confundir com o &#8220;dom das línguas&#8221; do dia de Pentecostes (At. 2,4) &#8211; e procurou  regular o seu exercício, cercando-o de precauções para que não se transformasse em descontrolada explosão do sentimento religioso. Para isso exigiu necessariamente um intérprete (1 Cor. 14, 27). Trata-se de alguém com o encargo de vigilante da fé, pois, São Paulo submete também à vigilância da autoridade o exercício dos carismas proféticos (1 Cor. 14, 37). A &#8220;glossolália&#8221; teve duração transitória. Não ultrapassou à Igreja primitiva e desapareceu cedo.</p>
<p style="text-align:justify;">6 &#8211; O atual <strong>Carismatismo</strong> das seitas, em seu livre curso, expõe os fiéis a serem iludidos com a esperança de estarem recebendo graças especiais, quando se trata freqüentemente de manifestações naturais do sentimento religioso. Além disso, o demônio pode servir-se desses estados de superexaltação para produzir certos fenômenos extraordinários com aparência de carismas, para enganar e perder a muitos.</p>
<p style="text-align:justify;">7 &#8211; Eis o que, nesse sentido, nos ensina o grande doutor da Igreja, <strong>São Francisco de Sales</strong> (<em>Trat. do Amor de Deus</em>, t.2, c. IV):</p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Tem-se visto em nossa época, muitas pessoas que crêem que foram muito freqüentemente raptadas em êxtases; e ao cabo, descobria-se que o fato não passava de ilusões diabólicas. Assim, certo sacerdote, no tempo de Santo Agostinho, punha-se em êxtase sempre que queria, cantando ou fazendo cantar uma ária lúgubre; (&#8230;). O admirável é que seu êxtase ia tão longe, que não sentia o fogo que se lhe aplicava, a não ser depois de ter voltado a si&#8230;, e ficava sem respirar&#8221;</em>. E o santo adverte-nos ainda que o maligno pode transformar-se em espírito de luz, operar êxtases e outras coisas extraordinárias para confundir e perder as almas.</p>
<p style="text-align:justify;">E <strong>São João da Cruz</strong> afirma: <em>&#8220;Quando a alma procura estas comunicações </em>carismáticas<em>, abre a porta ao demônio&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">8 &#8211; O Carismatismo das seitas repete ainda o erro de Lutero que pretendeu uma comunicação do Espírito Santo e da graça divina, por meios livres, que não os Santos Sacramentos estabelecidos para esse fim específico por Nosso Senhor. Daí ter Lutero supresso quase todos os Santos Sacramentos. E nos meios católicos influenciados pelo carismatismo protestante, em geral, nota-se um certo descaso para com a admirável obra sacramentária de Nosso Senhor.</p>
<p style="text-align:justify;">Ouve-se dizer que católicos estão imitando o carismatismo superemotivo protestante. Para eles vale o que foi dito. Seria o caso de dizer-lhes com São Paulo <em>&#8220;Não tentemos o Espírito Santo&#8221;</em> com posturas emotivas estranhas, a ver se Ele produz em nós algum efeito extraordinário; nem <em>&#8220;O injuriemos&#8221;</em> atribuindo-Lhe tantas coisas estranhas!</p>
<p style="text-align:justify;">9 &#8211; No entanto, a prática constante da Igreja vê na administração correta dos Santos Sacramentos, efeitos autenticamente carismáticos de transformação espiritual. Podemos dizer que Jesus instituiu aí <em>um verdadeiro <strong>“Carismatismo Católico”</strong>: “Quem não renascer pela água e pelo Espírito Santo, não entrará no Reino dos Céus” </em>(Jo 3, 5). <em>“Ide&#8230; e pregai o Evangelho a toda criatura, ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinai-as a observar tudo o que vos mandei”</em>;<em> “quem crer e for batizado será salvo, quem não crer será condenado.”</em> (Mt 25, 19-20; Mc 16, 15-16)</p>
<p style="text-align:justify;">10 &#8211; De fato, a comunicação normal da alma com o Espírito Santo se faz pela graça do <strong><em>Sacramento do Batismo</em></strong> que a transforma em templo da Santíssima Trindade. Por isso, já em Pentecostes, o que os Apóstolos, <strong><em>cheios do Espírito Santo</em></strong>, julgavam mais necessário fazer para cumprir a ordem do Divino Mestre, foi <strong>batizar</strong> os primeiros convertidos (At 2, 38).</p>
<p style="text-align:justify;">11 &#8211; Mas, também os outros Sacramentos, embora de modo diverso, operam no sentido de garantir a permanência do Espírito Santo, do Pai e o Filho, na alma do fiel, ou no sentido de recuperar nela a sua habitação, quando vier perder essa divina habitação pelo pecado grave.</p>
<p style="text-align:justify;">12 &#8211; Para os católicos que crêem no valor divino dos Santos Sacramentos e da admirável Ação do Espírito Santo em nossas almas através deles, e para outros de boa vontade, eis aqui uma bela página de verdadeira renovação carismática:</p>
<p style="text-align:justify;"><em>“O que fizeram os Apóstolos antes de tudo, senão batizar? Eles comunicaram o Espírito Santo a todos os que tinham fé, a todos os que criam em Nosso Senhor Jesus Cristo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>É assim que a Igreja, sob a influência de Cristo, sempre comunica o Espírito Santo. Todos nós O recebemos em nosso <strong>Batismo</strong>. [E se não O perdemos pelo pecado mortal, Ele continua a operar em nós através de seus dons e frutos as maravilhas de suas dádivas]. Devemos meditar com mais atenção a grande realidade de nosso Batismo que nos tornou templos de Deus e moradas do Espírito Santo. A recepção desse Sacramento opera nas almas uma grande transformação de ordem sobrenatural.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Os <strong>outros Sacramentos</strong> vêm completar esta efusão do seu Espírito Santo, operada em nosso Batismo. Assim, o Sacramento da <strong>Confirmação</strong> nos comunica também, com uma maior profusão, os dons do Espírito Santo, pois temos necessidade deles para alimentar e bem exercer a nossa vida espiritual e cristã.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mas não é tudo. Com efeito, Nosso Senhor quis que dois Sacramentos, em particular, intensifiquem em nós a comunicação do seu Espírito com a efusão de seus dons, de forma freqüente. São os Sacramentos da Penitência e da Eucaristia. A <strong>Penitência</strong> reforça a graça que recebemos em nosso Batismo e purifica nossa alma de seus pecados. Pois não podemos pensar em receber abundantes graças do Espírito Santo, se O estamos contristando pelo pecado. Este Sacramento restitui, pois, a força do Espírito Santo e o poder da graça.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>E que direi do Sacramento da <strong>Eucaristia</strong> que nos é dado pela celebração do Santo Sacrifício da Missa, que renova a oblação sacrifical de Cristo, e nos aplica os frutos da Redenção? (&#8230;) Na Eucaristia recebemos ao mesmo tempo a santificação de nossas almas, que nos afasta do pecado, e a união com N. S. Jesus Cristo, bem como a força do Espírito Santo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Os Sacramentos do <strong>Matrimônio</strong> e da <strong>Ordem</strong> santificam a sociedade. O primeiro, santifica as famílias. O segundo, a Ordem é verdadeiro <strong>carisma</strong>. É concedido para comunicar precisamente o Espírito Santo a todas as famílias cristãs, a todas as almas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Por fim, o Sacramento da <strong>Extrema-Unção</strong> nos prepara para receber a verdadeira, plena e definitiva efusão do Espírito Santo, quando receberemos a nossa recompensa no Céu.”</em> (<strong>Renovation Carismática</strong> &#8211; fev/1998)</p>
<p style="text-align:justify;">13 &#8211; Portanto, supliquemos todos os dias as luzes e a força do Espírito Santo, e os seus outros dons divinos, para que Ele nos ilumine e nos fortaleça todos os dias e momentos de nossa vida, nos santifique e salve. Enfim, para que o Divino Espírito exerça em nossas almas seus verdadeiros carismas santificadores, sobretudo através dos seus Santos Sacramentos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2011/07/10/carismatismo-catolico-sim-e-nao/">http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2011/07/10/carismatismo-catolico-sim-e-nao/</a></p>
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		<title>O Terço e o Rosário</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/02/27/o-terco-e-o-rosario/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Feb 2011 21:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa Senhora]]></category>
		<category><![CDATA[Orações]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa_Senhora]]></category>
		<category><![CDATA[Oração]]></category>

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		<description><![CDATA[Folheto: A Santa Igreja sempre nos ensinou que o Terço é uma oração completa, pois abrange a oração vocal, a meditação e a contemplação dos mistérios de Deus. ...<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=295&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">O TERÇO E O ROSÁRIO</span></strong></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong><a title="Opção 1: folheto com imagens coloridas." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/02/terco-rosario-colorido.pdf" target="_blank">Folheto em PDF 1 (com imagens coloridas).</a></strong><br />
<strong><a title="Opção 2: folheto com imagens preto e branco." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/02/terco-rosario-pretobranco.pdf" target="_blank">Folheto em PDF 2 (com imagens preto e branco).</a></strong><br />
<strong>Impressão:</strong> <em>O arquivo PDF contém duas páginas que devem ser impressas na frente e verso de uma mesma folha, em seguida dobre a folha sobre as linhas verticais e pronto.</em></p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:justify;">Folheto para ensinar a reza do terço de Nossa Senhora.</span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#339966;">Conteúdo:</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><strong>O TERÇO E O ROSÁRIO</strong></h2>
<p style="text-align:center;"><strong>“O rosário é para todos uma fonte de benefícios inapreciáveis. Eleva-nos insensivelmente ao conhecimento perfeito de Jesus Cristo, purifica as nossas almas do pecado, abrasa-nos do amor a Nosso Senhor e enriquece-nos de graças e de méritos”</strong><br />
<strong>(S. Luiz Maria G. De Montfort).</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A Santa Igreja sempre nos ensinou que o Terço é uma oração completa, pois abrange a oração vocal, a meditação e a contemplação dos mistérios de Deus. Nossa Senhora, nossa Mãe, em todas as ocasiões em que se dignou aparecer aos seus mais humildes filhos (La Salette, Lourdes, Fátima) sempre insistiu para que rezássemos todos os dias o santo Terço. Se é verdade que algumas pessoas encontram certa dificuldade em rezá-lo, também é certo que aquelas que conseguiram vencer estas dificuldades testemunham da riqueza de graças que descobriram ao passar a rezá-lo com freqüência. Nada mais saudável para as famílias do que reunir os filhos em torno da imagem de Nossa Senhora para dirigir a Ela nossas súplicas, no meio de tantas necessidades e perigos.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>“No rosário tenho encontrado os atrativos mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir com Deus!” (Santa Teresa de Jesus)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O Santo Rosário foi dado á Igreja por São Domingos que o recebeu da Bem Aventurada Virgem Maria como um meio poderoso de converter os albigenses e outros pecadores. Uma noite, enquanto estava em oração profunda, Nossa Senhora lhe apareceu, com o Rosário na mão, e lhe disse: &#8220;Tenha bom ânimo, Domingos. O remédio para os males que lamentas será a meditação na vida, morte e glória do meu Filho, unindo tudo isto com a recitação da Ave Maria, através da qual o milagre da redenção foi anunciado ao mundo. Esta devoção, que tu ensinarás pela pregação, é muito considerada por meu Filho e por Mim. Com ela os fiéis obterão vantagens, e sempre me encontrarão pronta a ajudá-los nos seus desejos. Este é o dom precioso que deixo para ti e para os teus filhos espirituais&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde quando São Domingos estabeleceu a devoção ao Santo Rosário e o Bem-aventurado Alano de la Roche o restabeleceu em 1460, ele foi chamado de O Saltério de Jesus e Maria, devido ao fato de possuir o mesmo número de saudações angélicas (Ave-Marias) como os 150 salmos de Davi.</p>
<p style="text-align:justify;">A palavra Rosário quer dizer “coroa de rosas”, ou seja, toda vez que se reza o Santo Rosário de maneira devota, coloca-se uma coroa de 153 rosas vermelhas e dezesseis rosas brancas nas cabeças de Jesus e Maria. A rosa é a rainha das flores e o Rosário, depois da Santa Missa, é a melhor das devoções, pois é uma obra direta da Santíssima Trindade e não foi feito através de um instrumento humano.</p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil temos um belo e heróico exemplo das graças e bênçãos recebidas pela oração do Santo Rosário. Em 1964, católicos &#8211; homens e mulheres &#8211; vão às ruas com o terço nas mãos pedir, pela intercessão da Virgem Santíssima, para que o mal do comunismo se afastasse de nosso país. “Com o rosário nada tememos”, eram os dizeres das faixas que ajudaram a garantir a vitória frente à maldição comunista. A vitória de Nossa Senhora.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>“O Rosário é, pelas almas, como o Pão Espiritual de cada dia” (Irmã Lucia).</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>“Rezai o terço todos os dias” (Nossa Senhora de Fátima).</strong></p>
<h2 style="text-align:center;"><strong>Método para rezar o santo terço ou rosário:</strong></h2>
<p style="text-align:center;">O Rosário é formado por 150 Ave-Marias, o Terço por 50 Ave-Marias.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Persignar-se:</strong><br />
Pelo sinal † da santa cruz, livrai-nos, Deus † Nosso Senhor, dos nossos † inimigos.<br />
Em nome do Pai †, e do Filho † e do Espírito Santo †. Amém.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Oferecimento:</strong><br />
Divino Jesus, nós Vos oferecemos este Terço que vamos rezar, contemplando os mistérios de nossa Redenção. Concedei-nos, pela intercessão de Maria, Vossa Mãe Santíssima, as virtudes que nos são necessárias para bem rezá-lo e a graça de ganhar as indulgências anexas a esta devoção.<br />
Oferecemos-Vos particularmente este Terço &#8230;(intenções).</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Rezar o <strong>Credo</strong>, segurando a cruz do terço:</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Creio em Deus Pai</strong>, todo poderoso, Criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo um só seu Filho, Nosso Senhor: o qual foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu de Maria Virgem, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu aos infernos, ao terceiro dia ressurgiu dos mortos, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai Todo Poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Rezar <strong>01 Pai Nosso</strong>, <strong>03 Ave Marias</strong> e <strong>01 Glória</strong> em honra da Santíssima Trindade:</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pai nosso</strong>, que estais no céu,<br />
santificado seja o Vosso Nome;<br />
venha a nós o Vosso reino;<br />
seja feita a Vossa vontade,<br />
assim na terra como no céu.<br />
O pão nosso de cada dia nos dai hoje,<br />
e perdoai-nos as nossas dívidas,<br />
assim como nós perdoamos aos nossos devedores;<br />
e não nos deixeis cair em tentação,<br />
mas livrai-nos do mal. Amém.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ave Maria</strong>, cheia de graça,<br />
o Senhor é convosco;<br />
bendita sois vós entre as mulheres<br />
e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.<br />
Santa Maria, Mãe de Deus,<br />
rogai por nós, pecadores,<br />
agora e na hora de nossa morte. Amém.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Glória ao Pai</strong> e ao Filho e ao Espírito Santo.<br />
Assim como era no princípio, agora e sempre, e por todos os séculos dos séculos. Amém.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Antes de cada dezena, faz-se o oferecimento do mistério, dando-se os frutos correspondentes. Pode-se fazer uma curta meditação sobre o mistério, lida no livro O mês do Rosário, do Pe. Emmanuel, ou similar. Reza-se o Pai Nosso, as dez Ave Marias e o Glória.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>No fim de cada dezena reza-se a oração que o anjo ensinou aos pastorinhos de Fátima:</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ó meu Jesus</strong>, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu, principalmente as que mais precisarem.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Os Mistérios do Rosário e seus frutos:</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mistérios Gozosos</strong> (às segundas e quintas-feiras)<br />
Anunciação do Anjo a N. Senhora &#8211; fruto: A humildade<br />
Visitação a Santa Isabel - fruto: A caridade fraterna<br />
Nascimento de Jesus - fruto: O espírito de pobreza<br />
Apresentação de Jesus no templo - fruto: A castidade e a obediência<br />
Perda e o encontro do Menino Jesus - fruto: A procura de Deus em todas as coisas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mistérios Dolorosos</strong> (às terças e sextas-feiras)<br />
A agonia no Jardim das Oliveiras - fruto: A detestação dos pecados<br />
A flagelação de Nosso Senhor - fruto: A mortificação da carne<br />
A coroação de espinhos - fruto: A mortificação do orgulho<br />
Jesus carrega a Cruz ao Calvário - fruto: A paciência nas tribulações<br />
A crucifixão e morte de Nosso Senhor - fruto: A mortificação do espírito</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mistérios Gloriosos</strong> (às quartas-feiras, sábados e domingos)<br />
A Ressurreição de N. Senhor - fruto: A Fé<br />
A Ascenção ao Céu - fruto: A Esperança e desejo do céu<br />
A vinda do Espírito Santo - fruto: A Caridade<br />
A Assunção de N. Senhora - fruto: A graça de uma boa morte<br />
A Coroação de N. Senhora - fruto: A devoção filial por N. Senhora</p>
<p style="text-align:justify;"><em>No final do terço reza-se a <strong>Salve Rainha</strong> que poderá ser precedida do <strong>agradecimento</strong> seguinte:</em><br />
<strong>Infinitas graças Vos damos</strong>, Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de Vossas mãos liberais. Dignai-Vos, agora e sempre, tomar-nos debaixo de Vosso poderoso amparo, e para mais Vos obrigar, Vos saudamos com uma Salve Rainha.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Salve Rainha</strong>, Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve! A Vós bradamos, os degredados filhos de Eva; a Vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia pois, advogada nossa, esses Vossos olhos misericordiosos a nós volvei; e depois deste desterro mostrai-nos Jesus, bendito fruto do Vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.<br />
V. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.<br />
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Reza-se, por fim, a <strong>Ladainha de Nossa Senhora</strong> e a <strong>Oração à São José</strong>.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Senhor, <strong>tende piedade de nós.</strong><br />
Jesus Cristo, <strong>tende piedade de nós.</strong><br />
Senhor, <strong>tende piedade de nós.</strong><br />
Jesus Cristo, <strong>ouvi-nos.</strong><br />
Jesus Cristo, <strong>atendei-nos.</strong><br />
Pai Celeste que sois Deus, <strong>tende piedade de nós.</strong><br />
Filho Redentor do mundo que sois Deus, <strong>tende piedade de nós.</strong><br />
Espírito Santo que sois Deus, <strong>tende piedade de nós.</strong><br />
Santíssima Trindade que sois um só Deus, <strong>tende piedade de nós.</strong><br />
Santa Maria, <strong>rogai por nós.</strong><br />
Santa Mãe de Deus,<br />
Santa Virgem das virgens,<br />
Mãe de Jesus Cristo,<br />
Mãe da divina graça,<br />
Mãe puríssima,<br />
Mãe castíssima,<br />
Mãe Imaculada,<br />
Mãe intemerata,<br />
Mãe amável,<br />
Mãe admirável,<br />
Mãe do bom conselho,<br />
Mãe do Criador,<br />
Mãe do Salvador,<br />
Virgem prudentíssima,<br />
Virgem venerável,<br />
Virgem louvável,<br />
Virgem poderosa,<br />
Virgem clemente,<br />
Virgem fiel,<br />
Espelho de justiça,<br />
Sede da sabedoria,<br />
Causa da nossa alegria,<br />
Vaso espiritual,<br />
Vaso digno de honra,<br />
Vaso insigne de devoção,<br />
Rosa mística,<br />
Torre de David,<br />
Torre de marfim,<br />
Casa de ouro,<br />
Arca da aliança,<br />
Porta do Céu,<br />
Estrela da manhã,<br />
Saúde dos enfermos,<br />
Refúgio dos pecadores,<br />
Consoladora dos aflitos,<br />
Auxílio dos cristãos,<br />
Rainha dos Anjos,<br />
Rainha dos Patriarcas,<br />
Rainha dos Profetas,<br />
Rainha dos Apóstolos,<br />
Rainha dos Mártires,<br />
Rainha dos Confessores,<br />
Rainha das Virgens,<br />
Rainha de todos os santos,<br />
Rainha concebida sem pecado original,<br />
Rainha assunta ao Céu,<br />
Rainha do sacratíssimo Rosário,<br />
Rainha da Paz,<br />
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo,<br />
<strong>perdoai-nos Senhor.</strong><br />
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo,<br />
<strong>ouvi-nos Senhor.</strong><br />
Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo,<br />
<strong>tende piedade de nós.</strong><br />
<strong>V.</strong> Rogai por nós, santa Mãe de Deus.<br />
<strong>R.</strong> Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.<br />
<strong>Oremos:</strong> Senhor Deus, nós Vos suplicamos que concedais aos Vossos servos perpétua saúde de alma e de corpo; e que, pela gloriosa intercessão da bem-aventurada sempre Virgem Maria, sejamos livres da tristeza do século e gozemos da eterna alegria. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sub tuum Praesidium:</strong><br />
À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus; não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades; mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. R. Amém.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mês do SS.mo Rosário</strong> (1 de outubro a 2 de novembro):<br />
V. Rogai por nós, Rainha do Sacratíssimo Rosário,<br />
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Oração a São José:</strong><br />
A vós, S. José, recorremos em nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio de Vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança solicitamos também o Vosso patrocínio. Por este laço sagrado de caridade que Vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente Vos suplicamos que lanceis um olhar benigno para a herança que Jesus Cristo conquistou com seu Sangue, e nos socorrais em nossas necessidades com o Vosso auxílio e poder. Protegei, ó Guarda providente da Divina Família, a raça eleita de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício. Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas; e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus contra as ciladas de seus inimigos e contra toda adversidade. Amparai a cada um de nós com o Vosso constante patrocínio a fim de que, a Vosso exemplo e sustentados por Vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no céu a eterna bem-aventurança. Amém.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>“Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará”.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Ajude a divulgar esta devoção propagando este folheto.</p>
<p style="text-align:justify;">Apostolado: Católicos Alerta!<br />
Site: catolicosalerta.wordpress.com</p>
<p style="text-align:justify;">
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	</item>
		<item>
		<title>Confissão</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/02/02/confissao/</link>
		<comments>http://catolicosalerta.wordpress.com/2011/02/02/confissao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 21:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sacramentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Católica]]></category>

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		<description><![CDATA[Folheto para auxiliar aqueles que vão se confessar, contendo orações, breve exame de consciência e modo para confissão.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=286&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">CONFISSÃO</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2011/02/confissao.pdf" target="_blank">Folheto em PDF.</a></strong><br />
<strong>Impressão:</strong> <em>Contém duas páginas que devem ser impressas na frente e verso de uma mesma folha, em seguida se dobra a folha ao meio, e se terá 1 panfleto pronto.</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></p>
<p style="text-align:center;">*   *   *</p>
<p>Folheto para auxiliar aqueles que vão se confessar, contendo orações, breve exame de consciência e modo para confissão.</p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#339966;">Conteúdo:</span></h2>
<p style="text-align:justify;">O Sacramento da Penitência é também chamado de Confissão e foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para perdoar os pecados cometidos depois do Batismo. Cristo o instituiu no dia da sua Ressurreição quando, depois de entrar no cenáculo, deu solenemente aos seus Apóstolos o poder de perdoar os pecados:</p>
<p style="text-align:justify;">“<em>Soprou sobre eles dizendo: ‘Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos</em>” (Jo XX, 22-23).</p>
<p style="text-align:justify;">A este sacramento dá-se o nome de Penitência porque para obter o perdão dos pecados é necessário detestá-los com arrependimento e porque quem cometeu uma falta deve sujeitar-se à pena imposta pelo sacerdote. Chama-se também Confissão porque além de detestar os pecados é necessário confessá-los, isto é, acusar-se deles ao sacerdote.</p>
<p style="text-align:justify;">Frutos da boa confissão:</p>
<p style="text-align:justify;">* perdoa-nos os pecados cometidos e dá-nos a graça de Deus;<br />
* restitui-nos a paz e o sossego de consciência;<br />
* reabre-nos as portas do Céu, e comuta a pena eterna em pena temporal;<br />
* preserva-nos das recaídas, e torna-nos capazes de ganhar indulgências.</p>
<p style="text-align:center;">*     *     *</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Para confissão ser eficaz e receber o perdão de Deus é necessário</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">* EXAMINAR a consciência para descobrir os meus pecados, quando os cometi e quantas vezes.<br />
* ARREPENDIMENTO para eu ter dor por ter ofendido a Deus.<br />
* PROPÓSITO ou vontade séria de não querer pecar mais.<br />
* CONFISSÃO para eu contar (quando foi e quantidade) meus pecados ao padre.<br />
* SATISFAÇÃO para eu rezar aquilo que o padre mandar.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Oração antes do exame de consciência</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Meu Deus e Senhor, eu me preparo para o santo sacramento da Penitência. Iluminai o meu espírito, a fim de que eu conheça claramente o número e a gravidade dos meus pecados, me arrependa deles e os confesse ao vosso ministro com verdadeira dor e firme propósito de nunca mais Vos tornar a ofender. Amém.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Exame de consciência</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Examinemos cuidadosamente nossa consciência, mas sem ansiedade, nem escrúpulo, procurando conhecer a espécie e o número dos pecados cometidos.</p>
<p style="text-align:justify;">Sobre a Confissão precedente: Quando me confessei a ultima vez? Esqueci ou escondi alguma culpa grave? Deixei de cumprir a penitência imposta?</p>
<p style="text-align:justify;">1. Perdi a fé em Deus?</p>
<p style="text-align:justify;">2. Tive vergonha de praticar minha religião?</p>
<p style="text-align:justify;">3. Deixei de estudar a Religião?</p>
<p style="text-align:justify;">4. Deixei de rezar de manhã, de noite?</p>
<p style="text-align:justify;">5. Fui ao espiritismo, à macumba ou algum culto não católico?</p>
<p style="text-align:justify;">6. Acreditei em horóscopo, em superstições?</p>
<p style="text-align:justify;">7. Falei o NOME DE DEUS sem respeito?</p>
<p style="text-align:justify;">8. Jurei por Deus, jurei falso?</p>
<p style="text-align:justify;">9. Blasfemei ou disse palavras injuriosas contra Deus?</p>
<p style="text-align:justify;">10. Fiz promessa e depois não quis cumprir?</p>
<p style="text-align:justify;">11. Faltei à Missa aos domingos; ou não santifiquei o domingo e dias de guarda em caso de a Santa Missa não estar disponível?</p>
<p style="text-align:justify;">12. Na S. Missa fiquei fora da Igreja?</p>
<p style="text-align:justify;">13. Fui à S. Missa só para agradar aos outros?</p>
<p style="text-align:justify;">14. Fui à S. Missa com roupas indecentes?</p>
<p style="text-align:justify;">15. Por minha culpa, cheguei tarde à S. Missa?</p>
<p style="text-align:justify;">16. Por minha culpa, rezei mal. Conversei na Igreja?</p>
<p style="text-align:justify;">17. Não fiz a Páscoa? &#8211; (confissão e comunhão)</p>
<p style="text-align:justify;">18. Sem necessidade, trabalhei aos domingos?</p>
<p style="text-align:justify;">19. Desobedeci, fui malcriado, xinguei meus pais?</p>
<p style="text-align:justify;">20. Com meu mau comportamento, entristeci meus pais?</p>
<p style="text-align:justify;">21. Roguei pragas nos outros?</p>
<p style="text-align:justify;">22. Briguei sério com os outros?</p>
<p style="text-align:justify;">23. Guardei raiva, pensei em vingança?</p>
<p style="text-align:justify;">24. Xinguei os outros com palavras pesadas?</p>
<p style="text-align:justify;">25. Bati gravemente nos outros?</p>
<p style="text-align:justify;">26. Desejei um grande mal aos outros?</p>
<p style="text-align:justify;">27. Fui culpado do pecado dos outros?</p>
<p style="text-align:justify;">28. Convidei os outros para pecar?</p>
<p style="text-align:justify;">29. Maltratei os animais?</p>
<p style="text-align:justify;">30. Desejei ou tentei o suicídio?</p>
<p style="text-align:justify;">31. Fui guloso, bebi demais, e fiquei embriagado?</p>
<p style="text-align:justify;">32. Usei drogas?</p>
<p style="text-align:justify;">33. Olhei e pensei em coisas indecentes, por querer?</p>
<p style="text-align:justify;">34. Conversei e li coisas indecentes?</p>
<p style="text-align:justify;">35. Desejei fazer coisas indecentes?</p>
<p style="text-align:justify;">36. Fiz atos indecentes no meu corpo?</p>
<p style="text-align:justify;">37. Fiz atos indecentes com os outros (pessoas solteiras, casadas)?</p>
<p style="text-align:justify;">38. Usei roupas indecentes?</p>
<p style="text-align:justify;">39. Assisti a filmes e novelas indecentes?</p>
<p style="text-align:justify;">40. Tomei parte em divertimentos que são ocasião de pecado?</p>
<p style="text-align:justify;">41. Namorei ou &#8220;fiquei&#8221; por sensualidade e sem querer compromisso?</p>
<p style="text-align:justify;">42. Namorei pessoas casadas, divorciadas?</p>
<p style="text-align:justify;">43. Cometi pecados no matrimônio?</p>
<p style="text-align:justify;">44. Evitei filhos por meios proibidos pela Igreja (remédios, operações, etc.)?</p>
<p style="text-align:justify;">45. Fiz aborto? <em>(Obs.: O aborto é castigado pela Igreja com uma excomunhão.)</em></p>
<p style="text-align:justify;">46. Aconselhei e ajudei alguém a abortar?</p>
<p style="text-align:justify;">47. Roubei coisa de valor e ainda não restituí?</p>
<p style="text-align:justify;">48. Comprei coisa roubada e ainda não entreguei ao dono?</p>
<p style="text-align:justify;">49. Dei prejuízo grande aos outros e ainda não paguei?</p>
<p style="text-align:justify;">50. Comprei e não paguei, pedi emprestado e não devolvi?</p>
<p style="text-align:justify;">51. Gastei dinheiro à toa, fui ganancioso?</p>
<p style="text-align:justify;">52. Cumpri minhas obrigações?</p>
<p style="text-align:justify;">53. Dei prejuízo ao patrão, à firma?</p>
<p style="text-align:justify;">54. Paguei o justo salário?</p>
<p style="text-align:justify;">55. Por querer, abandonei os estudos ou o emprego?</p>
<p style="text-align:justify;">56. Pensei mal dos outros, falei mal dos outros?</p>
<p style="text-align:justify;">57. Falei mentiras, fiz fofocas, fiz intrigas?</p>
<p style="text-align:justify;">58. Caluniei os outros em coisa grave?</p>
<p style="text-align:justify;">59. Fiz confissão mal feita e não a refiz?</p>
<p style="text-align:justify;">60. Por querer, comunguei com pecado grave?</p>
<p style="text-align:justify;">61. Pequei, dizendo antes de pecar: &#8220;depois me vou confessar&#8221;?</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Depois do exame de consciência</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Depois deste exame, feito com cuidado e recolhimento, meditai por alguns momentos em que perigo está quem cometeu um pecado mortal: pode cair no inferno, lugar de eterno sofrimentos, separado eternamente de Deus, sem esperança de salvação&#8230; Pensai em Jesus sobre a Cruz, coberto de chagas, abandonado de todos na sua agonia; tudo isto por causa do pecado mortal! Refleti na misericórdia de Deus, que espera o pecador e o acolhe com carinho quando se converte. Fazei à oração que segue abaixo e o Confiteor:</p>
<p style="text-align:justify;">Ó Jesus, morrestes na Cruz para nos salvar! Estou triste e arrependido de ter pecado. Maria, minha Mãe Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Confiteor</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Eu pecador, me confesso a Deus Todo-Poderoso, à Bem-aventurada sempre Virgem Maria, ao Bem-aventurado São Miguel Arcanjo, ao Bem-aventurado São João Batista, aos Santos Apóstolos São Pedro e São Paulo, e a todos os Santos, porque pequei muitas vezes, por pensamentos, palavras e obras, por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa. Portanto, rogo à Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, ao Bem-aventurado São Miguel Arcanjo, ao Bem-aventurado São João Batista, aos Santos Apóstolos São Pedro e São Paulo, e a todos os santos que roguem por mim a Deus Nosso Senhor.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Confissão – Modo de se confessar</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">* Ao entrar no confessionário, ajoelho-me aos pés do confessor e digo:<br />
“abençoai-me, Padre, porque pequei”;</p>
<p style="text-align:justify;">* Enquanto o confessor dá a bênção deve-se inclinar humildemente para recebê-la, fazendo o Sinal da Cruz;</p>
<p style="text-align:justify;">* Depois digo quando foi minha última confissão, digo todos os meus pecados, sem esconder nenhum; ouço atentamente os conselhos do padre, que fala em nome de Jesus Cristo.</p>
<p style="text-align:justify;">* Enquanto o padre dá a absolvição, eu rezo o Ato de Contrição <em>(segue abaixo)</em> com muita pena de ter pecado e pronto para nunca mais pecar. Quando sair do confessionário, vou logo rezar a penitência que o padre passou e agradeço a Deus por me ter perdoado.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Ato de Contrição</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Senhor meu Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, criador e redentor meu, por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me Senhor, de todo o meu coração de Vos ter ofendido; pesa-me também de ter perdido o céu e merecido o inferno; e proponho firmemente, ajudado com o auxílio da Vossa divina graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Breve Ato de Contrição</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Meu Deus, eu tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós, meu Sumo Bem, e mereci os castigos da Vossa justiça. Perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Depois da Confissão – Oração de agradecimento</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Ó bondade, ó misericórdia infinita de meu Deus! Graças Vos rendo por me haverdes perdoado os meus pecados, e de novo os detesto de todo o meu coração.</p>
<p style="text-align:justify;">Concedei-me a graça, meu Salvador, pela virtude do Sacramento da Penitência que acabo de receber, de não recair nestes pecados, e de levar de hoje em diante, uma vida toda nova, assistido de vossa graça e perseverando em vosso amor até a hora de minha morte. Assim seja.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Reza agora, se for possível, a penitência, imposta pelo confessor.</em></strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/catolicosalerta.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/catolicosalerta.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/catolicosalerta.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/catolicosalerta.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/catolicosalerta.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/catolicosalerta.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/catolicosalerta.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/catolicosalerta.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/catolicosalerta.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/catolicosalerta.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/catolicosalerta.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/catolicosalerta.wordpress.com/286/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/catolicosalerta.wordpress.com/286/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/catolicosalerta.wordpress.com/286/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=286&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>As testemunhas de Jeová</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2010/12/31/as-testemunhas-de-jeova/</link>
		<comments>http://catolicosalerta.wordpress.com/2010/12/31/as-testemunhas-de-jeova/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 04:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Combate externo]]></category>
		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>
		<category><![CDATA[Seitas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosalerta.wordpress.com/?p=247</guid>
		<description><![CDATA[Folheto: Até aqui tratamos dos erros das seitas protestantes em geral. Mas, uma se destaca das demais, é a das Testemunhas de Jeová. Fundada em 1870 nos Estados Unidos pelo ex-pastor anglicano, Charles Russel, é uma das poucas seitas protestantes antitrinitárias, ou que negam a verdade fundamental do Cristianismo, a Trindade de Pessoas em Deus. Nesse sentido ela é judaizante, pois os judeus, rejeitando  Jesus como Deus, rejeitam a Santíssima Trindade.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=247&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/12/fc_19_-_as_testemunhas_de_jeova.pdf" target="_blank">Folheto em PDF.</a></strong><br />
<strong>Impressão:</strong> Contém uma só página que deve ser impressa na frente e verso de uma mesma folha. Em seguida corte a folha ao meio e se terá 2 panfletos prontos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></p>
<h3 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#339966;">Conteúdo:</span></strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong>   1 – </strong>Até aqui tratamos dos erros das seitas protestantes em geral. Mas, uma se destaca das demais, é a das Testemunhas de Jeová. Fundada em 1870 nos Estados Unidos pelo ex-pastor anglicano, <strong>Charles Russel</strong>, é uma das poucas seitas protestantes antitrinitárias, ou que negam a verdade fundamental do Cristianismo, a Trindade de Pessoas em Deus. Nesse sentido ela é judaizante, pois os judeus, rejeitando  Jesus como Deus, rejeitam a Santíssima Trindade.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   2 –</strong> Os seus adeptos fazem muita questão de chamar a Deus de Jeová. No entanto está provado que este nome é o resultado de uma leitura errada do nome de Deus em hebraico. A leitura correta é Javé (Jahweh). Isso se explica assim: os judeus, com receio de transgredir o 2º preceito do Decálogo, pronunciando o nome de Deus em vão, evitavam chamar a Deus por seu nome próprio, Jahweh, nome hebaico que significa “Aquele que é”. Para isso usavam um artifício: no lugar das vogais do nome “Jahweh”, colocavam as vogais do nome “Adonai” nome também hebraico, que significa “Senhor”, e dava “Jahowáih”. Daí, com pequenas alterações, surgiu a leitura errada do nome de Deus, com Jeová em vez de Javé, que é a leitura certa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   3 – </strong>Os outros erros da seita das Testemunhas de Jeová são os mesmos dos demais protestantes, que já foram refutados nos outros nºs “<a title="Coleção &quot;Folhetos Católicos&quot;." href="http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/apologetica-defesa-da-fe/folhetos-catolicos/" target="_blank">Folhetos Católicos</a>”. Apresentamos aqui só os textos bíblicos que refutam o seu erro especial, o erro antitrinitário.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   A – </strong>Primeiramente, textos que provam a divindade do Filho, Jesus Cristo, e que, portanto, em Deus há mais de uma Pessoa Divina. A maioria dos textos são da pena do evangelista São João, que foi o que melhor conheceu a intimidade de Jesus. Ele nos apresenta as passagens mais importantes sobre esse tema. 1º – textos nos quais Jesus nos fala do testemunho das suas obras: <em>“Mas eu tenho maior testemunho do que o de João, </em>o Batista<em>, porque as obras que meu Pai me deu a executar – essas mesmas obras que eu faço – testemunham a meu respeito, que o Pai me enviou”.</em> (Jo. 5, 36)  <em>“O Pai que permanece em mim, é que realiza as sua próprias obras. Crede-me: estou no Pai e o Pai está em mim. Crede-o ao menos por causa destas obras”. </em>(Jo. 14, 10-11)  Por isso, <em>“quem me viu, viu também o Pai”.</em> (Jo. 14, 9) <em>“Eu e o Pai somos um”.</em>(Jo. 10,30)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   B – </strong>Sobre a divindade do Espírito Santo, pela qual em Deus há Três Pessoas Divinas, confiram-se os seguintes textos: Jo. 14, 16; 14, 25 a 27; 16, 7. Em Jo. 14,16  lê-se: <em>“Ele</em> (o Pai)<em> vos dará um outro Paráclito, para que fique eternamente convosco.” </em> Em Jo. 14, 25 a 27 lê-se: <em>“O Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas, e vos recordará tudo o que vos tenho dito”.</em>  Em Jo. 16,7 lê-se<em>: “Se eu não for, o Paráclito não virá a vós, mas se eu for, vo-lo enviarei”.  </em>Ver também: Gal. 1, 3-4 e 13; Col. 1, 3 a 8; 1 Tes. 1, 2 a 5; 1 Ped. 1, 3 e 12.  -  No entanto, a equiparação mais perfeita entre as Três Pessoas Divinas em Deus está nas seguintes palavras de Jesus registradas por São Mateus<em>: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.</em> (Mt. 28, 19)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   4 –</strong> Os argumentos acima visam esclarecer o leitor  pessoalmente em suas possíveis indagações. Não visam encorajar a ninguém que não esteja bem seguro dos argumentos católicos, a entabolar discussão com os membros das seitas, especialmente das TdJ. Em geral, as pessoas das seitas que batem à sua porta para oferecendo revistas, livros, livretos, etc., são pessoas que foram preparadas para essa missão. Foram forçadas a decorar uma série de textos bíblicos que freqüentemente não vêm a propósito, porque tirados de seu contexto e mal traduzidos. A recitação desses textos um após outro, e às vezes alternadamente por dois recitadores, visa confundir e intimidar o católico, dando a impressão de possuírem grande cultura bíblica.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   5 –</strong> Aqui citamos até o fim, oportunos conselhos de um autor  desconhecido, pois só temos de seu livro texto xerocado do <strong>nº 7, p. 53 a 56:</strong><em> <strong>“Quando Testemunhas de Jeová baterem à sua porta”.</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.1 – </strong><em>“ Saibam que as TdJ que vêm a sua porta, passam por um treinamento intensivo para se fazerem entrar na sua maneira de raciocinar. Se vocês não forem atentos, rapidamente cairão na sua armadilha. Elas têm a sua “verdade” a lhes transmitir, elas não vêm pedir a sua luz. Se virem que não conseguem fazer nada com vocês, elas não voltarão mais.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.2 -</strong> <em>As TdJ citam avalanches de versículos bíblicos. </em>(Os protestantes, em geral, o fazem –<strong> ndr)</strong><em> Com o tempo, percebe-se que elas reutilizam sempre os mesmos versículos que, após um sério </em><em>exame, revelam-­se insignificantes. Eles são tirados para fora do seu contexto além de serem traduzidos de maneira incorreta e desonesta.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.3 -</strong><em> Vocês devem mostrar-lhes que também são amorosos e educados. Não as tratem mal. Elas só se sentem confirmadas com isso: consideram-se “mártires” da pa­lavra de Jeová.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.4 -</strong> <em>Digam-lhes, com educação, mas com firmeza, que estão contentes com a religião que têm e que vocês se sentem seguros na sua fé.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.5 -</strong><em> Não digam apenas que não têm tempo, como forma de as mandar embora: elas vão voltar. Elas vêm sempre, duas a duas, para colocar vocês num fogo cruzado. Não cometam a imprudência de aceitar um estudo bíblico, com elas, porque vocês não vão estudar a Bíblia, mas o manual das Testemunhas de Jeová. A Bíblia será colocada na mesa, para de vez em quando se tirar dela um versículo para apoiar suas teses.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.6 – </strong><em>Nunca as deixem entrar em sua casa.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.7 -</strong><em> Não aceitem as revistas, nem os livros. Não que um cristão adulto e minimamente preparado não possa ler tais livros. Mas, para as testemunhas de jeová, aceitar os seus livros já é o primeiro “sim”. Se vocês não têm a formação bíblica para responderem aos argumentos delas, não aceitem conversar. Estudem primeiramente a Bíblia, e a sua fé cristã, e informem-se antes de tudo sobre as testemunhas-de-jeová.</em> (Ou membro de qualquer outra seita –<strong> ndr</strong>)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.8 -</strong>  <em>Dêem-lhes a entender que já conhecem as testemunhas-de-jeová, que já estão bem informados sobre elas, e isso lhes basta.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.9 -</strong> <em>A não ser que vocês se sintam muito seguros, não aceitem que as testemunhas-de-jeová comecem a ler frases da Bíblia. Não devem entrar em discussões, nem sequer aceitar que a testemunha se ponha a abrir a Bíblia. As testemunhas de jeová estão bem treinadas para confundi-los, como bons vendedores de um produto. Elas tiveram um treinamento intensivo para levar vocês a pensar como elas. Elas não vêm a sua casa para ter o prazer de conversar, mas unicamente para convencer vocês. Elas utilizam muitos versículos bíblicos tirados do contexto e, muitas vezes, traduzidos de maneira incorreta, e distorcem freqüentemente a Bíblia. ‘Eu sei,</em> disse José Ferreira,<em> que contra elas, sé há um remédio: ou conseguir mostrar-lhes que estão erradas, e, para isso, vocês precisam de uma sólida preparação, ou então fazer o sinal da cruz e mandá-las calar’.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.10 -<em> </em></strong><em>Aproveitem todas as oportunidades para aprofundar a sua Fé e aumentar a sua formação bíblica e religiosa. Conhecer </em><em>bem a Bíblia é a melhor maneira de se preparar para responder as testemunhas de jeová. </em>(Para premunir-se dos ataques de qualquer seita, nem sempre é fácil encontrar um bom e seguro orientador. Em todo caso, sugerimos-lhe a modesta ajuda de “<a title="Coleção &quot;Folhetos Católicos&quot;" href="http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/apologetica-defesa-da-fe/folhetos-catolicos/" target="_blank">Folhetos Católicos</a>” – <strong>ndr</strong>)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.11 -</strong><em> Não se esqueçam de que, se cometerem a imprudência de aceitar um “Estudo da Bíblia” com elas, vocês receberão regularmente a visita de uma TdJ bem treinada. Porém, vocês não farão um estudo da Bíblia. Sem que percebam, elas entrarão no estudo do manual da seita, que não é a Bíblia.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.12 -</strong> <em>Não sejam irônicos com elas. Elas são vítimas, mesmo não tendo consciência disso. Pensam ser do­nas da verdade, quando são somente, segundo a expressão de Raymond Franz, sobrinho do ex-presidente Frederic Franz, ‘adeptos de adeptos e vítimas de vítimas’.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.13 – </strong><em> Saibam ainda que, mesmo se vocês as convencerem do erro, isto não impedirá, apesar de tudo, que elas continuem acreditando na sua verdade. Mas, talvez você tenha conseguido semear a dúvida em seu espírito: ela poderá refazer o seu caminho.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   (6.14 … não citado por falta de espaço e menor importância)</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6.15 – </strong><em>Se nos sentirmos inseguros, pouco armados (…), devemos fugir das seitas como da peste. O apóstolo São João é categórico nesse assunto:</em> <em>‘Quem permanece no doutrina, este possui o Pai e o Filho. Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa nem o saudeis’ ” . </em>(2 Jo. 9-l0)</p>
<p>Fonte: <a href="http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2010/12/05/as-testemunhas-de-jeova/">http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2010/12/05/as-testemunhas-de-jeova/</a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Sábado judaico ou Domingo cristão?</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2010/12/31/sabado-judaico-ou-domingo-cristao/</link>
		<comments>http://catolicosalerta.wordpress.com/2010/12/31/sabado-judaico-ou-domingo-cristao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 03:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Defesa Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Domingo]]></category>

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		<description><![CDATA[Folheto: Ensina a Igreja Católica, contra todos os protestantes partidários do 7º dia, que o dia da semana a ser santificado com repouso religioso é, na Lei evangélica, o domingo. ...<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=242&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">SÁBADO JUDAICO OU DOMINGO CRISTÃO?</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/12/fc_17_-_sabado_judaico_ou_domingo_cristao.pdf" target="_blank">Folheto em PDF.</a></strong><br />
<strong>Impressão:</strong> Contém uma só página que deve ser impressa na frente e verso de uma mesma folha. Em seguida corte a folha ao meio e se terá 2 panfletos prontos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></p>
<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#339966;">Conteúdo:</span></strong></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong>   1 -</strong> Ensina a Igreja Católica, contra todos os protestantes partidários do 7º<strong> </strong>dia, que o dia da semana a ser santificado com repouso religioso é, na Lei evangélica, o domingo.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>O dia de repouso na Lei mosaica</strong><strong> </strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong>   2 – </strong>O repouso semanal, muitas vezes repetido na Lei de Moisés, é um preceito divino. Nisso também se distingue das leis e costumes de outros povos antigos de governos tirânicos que impunham o trabalho aos escravos sem interrupção. A motivação da escolha do 7º<strong> </strong>dia se encontra na Bíblia desde as suas primeiras páginas. (Gên. 1,1; 2, 1 a 3) A narração bíblica apresenta Deus criando o mundo em seis dias e descansando-Se no sétimo. Era a motivação mais adequada para aqueles judeus que viviam antes da grandiosa obra divina da Redenção.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   3 – </strong>Mas Deus que “<em>trabalha sempre” </em>(Jo. 5,17), e não se cansa, não precisa de descanso. Nós sim, é que, além do descanso físico, precisa­mos cultivar os valores do espírito e prestar o devido culto a Deus. Por isso, o dia de repouso era sobretudo dia de oração. Nele os hebreus santificavam o seu repouso e praticavam os atos próprios da religião e se exercitavam na expectativa da vinda do Messias prometido, pois, como afirma São Paulo, a Lei mosaica se orientava em tudo para Cristo (a “descendência” em vista da “promessa”). (Gál. 3,19)</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>O dia de repouso na Lei evangélica</strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong>   4 -</strong> Mas, eis que chega a <em>“plenitude dos tempos” </em>(Gál. 4,4) trazendo-nos o Salvador prometido. A sua vinda significou e realizou a plenitude da Lei. Então a realidade sucedeu às figuras, a plena luz, a sua penumbra. Jesus Cristo traz-nos a Lei evangélica que completa e aperfeiçoa a mosaica. (Ver 1ª<strong> </strong>objeção)</p>
<p style="text-align:justify;">   É claro que a motivação do repouso semanal teria que ser, na lei perfeita do Evangelho, muito superior. De fato, não é já o término da criação do mundo e do homem, mas o coroamento grandioso da sublime obra da Redenção do homem, o rei da criação. Obra mais admirável que a sua própria formação do limo da terra. E a Ressurreição de Jesus Cristo foi o magnífico coroamento dessa obra de restauração sobrenatural do homem. Por isso, o dia da Ressurreição de Cristo passou a ser, para os cristãos, o “dia do Senhor”,<em> </em>pois foi o dia de seu triunfo sobre o demônio, o pecado e a morte. E esse dia foi um domingo. Eis a  superior motivação do repouso santificado, semanal e cristão<em>.</em></p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>O Domingo e o Sacrifício Eucarístico</strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong>   5 – </strong>Eis como o Apóstolo das gentes nos convida a celebrar os mistérios da nova Páscoa da Ressurreição do Senhor: <em>“Celebremos a festa, não com </em>o <em>fermento velho da malícia e da corrupção, mas com os ázimos da pureza e da verdade”. </em>(1 Cor. 5, 8 ) De fato, a Bíblia, no Novo Testamento menciona freqüentes reuniões dos cristãos com a expressa finalidade de celebrar os Mistérios Eucarísticos. E quando mencionam o dia da semana, nunca se referem ao sábado, mas sempre ao domingo, o 1º dia da semana, como sendo o dia normal de tais reuniões cultuais. Exemplos disso encontramos em Atos 20, 7; 1 Cor. 16 ,2. E São João já se refere a esse dia com o nome de domingo, que significa <em>“dia do Senhor”. </em>(Apoc.1,10)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6 -</strong> Neste sentido é também importante um documento do 1º século do Cristianismo conhecido com o nome de “Didaqué”<em> </em>ou <em>“Doutrina dos doze Apóstolos”</em>; é um autêntico testemunho da fé e das práticas da Igreja primitiva. Entre outras coisas registra a seguinte norma: <em>“Aos domingos,</em> <em>quando vos reunirdes, realizai a fração do pão</em> <em>e dai graças, depois de haverdes confessado os vossos pecados, para que </em>o <em>vosso sacrifício seja puro”.  </em>(<strong>Didaqué</strong>, cap. 1 4)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   7 -</strong> É uma clara confirmação de que, já na Era Apostólica, os primeiros cristãos santificavam o domingo com a celebração do Sacrifício Eucarístico, a “Fração do Pão”, como então era chamada a oblação do Corpo e do Sangue do Senhor, a Santa Missa. (1 Cor 10,16; Atos 2, 42) Desse modo eles cumpriam a ordem do Senhor, registrada em Luc. 22,18-19; 1 Cor. 11,23 a 28.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>Igreja e Sinagoga se destacam</strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong>   8 -</strong> Estes fatos nos mostram, além disso, os primeiros cristãos já totalmente destacados das sinagogas dos judeus e de suas práticas, inclusive a dos sábados. Realmente, os Apóstolos, em várias ocasiões, declararam os cristãos desobrigados dessas práticas, inclusive do sábado. (Atos 15, 10; Gál. 4, 9 a 11; Col. 2, 16)</p>
<p style="text-align:justify;">   Na Judéia essa separação dos cristãos já começou um pouco antes da Paixão de Cristo com o decreto do Sinédrio que seria expulso das sinagogas quem seguisse a Cristo. (Jo. 9, 22)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   9 -</strong> É verdade que, bem nos começos, continuavam indo ao Templo de Jerusalém para fazer orações. (Atos 2, 46; 3,1; 22, 17-18; 24, 11-12) E em suas viagens pela Ásia, São Paulo às vezes ia às Sinagogas dos judeus, mas com a intenção de tentar a conversão dos judeus que as freqüentavam. E como o Sábado era o dia de suas reuniões, era nesse dia que a elas comparecia o Apóstolo. (Atos 13,14; 13,42-44; 16, 12-13; 17,1-2 e 17; 18, 4; 19, 8 )</p>
<p style="text-align:justify;">   Mas aí o Apóstolo não ia para participar de qualquer ato de culto cristão, como o são os mencionados em 1 Cor 11,22-23, e em Atos 20,7-8.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   10 -</strong> A sua boa vontade, porém, chocou-se logo contra a oposição dos seus compatriotas, de tal modo que ele teve que desistir dessas visitas para só se reunir com os cristãos. (Atos 13,46 a 48; 19,9; 1 Cor 11,20 a 32) Era exclusivamente com estes que celebrava os Mistérios Eucarísticos da Santa Missa (Atos 20,7-8; 1 Cor. 11, 20 a 32), e isso se dava no 1º dia da semana, que é o domingo.</p>
<p style="text-align:justify;">   Em outra ocasião, quando os cristãos da judéia (judaizantes) queriam impor aos cristãos convertidos da gentilidade as práticas judaicas, inclusive o Sábado, São Paulo condenou tal intento nestes termos: <em>“Que ninguém vos importune por causa </em>(de não observância) <em>de alimentos </em>(carne de porco), <em>festas e sábados”. </em>(Col. 2,16-17)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   11 -</strong> Note-se que não se trata aqui do “Ano Sabático”, que só se realizava de sete em sete anos (Lev. 24, 3-4), mas do sábado semanal.</p>
<p style="text-align:justify;">   É<strong> </strong>falsa, pois, a pretensão dos adventistas do 7ºdia, de que as visitas de S. Paulo às sinagogas dos judeus são prova de que os primeiros cristãos guardavam o sábado.</p>
<p style="text-align:justify;">   Foi, pois, na Era Apostólica e sob a direção dos Apóstolos que se efetivou a passagem do dia de repouso semanal para o Domingo, o dia do Senhor, com a celebração dos Mistérios Eucarísticos. E assim eles agiram, ou por ordem de Jesus, ou por inspiração do Espírito Santo.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>Respondendo Objeções</strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong>   A) </strong>Não vale a objeção de que a <em>“lei do Senhor é perfeita” </em>(Sal. 110,7-8), porque a perfeição da lei mosaica é relativa. De fato, Jesus a aperfeiçoou: “<em>Não vim abolir a lei, mas aperfeiçoá-la.” </em>(Mt 5,17 – Tradução do texto original) Confira: Mt 5, 21 a 26; 5, 27-28; 5, 33 a 38; 5, 39 a 42. Foi com esses aperfeiçoamentos da Lei que Jesus afirmou:<em> “não passará um jota da lei sem que tudo se cumpra.” </em>(Mt. 5,17)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   B)</strong> Também não vale a objeção de que a lei do sábado é um <em>“sinal perpétuo” da </em>aliança<strong><em> entre Deus e os israelitas   </em></strong>(Êx. 31,16-17), pois também era <em>“lei perpétua” </em>e <em>“sinal perpétuo” </em>a Festa dos Tabernáculos (Lev. 23, 41), a Oferta das primícias (Lev. 23, 14) e a Circuncisão. (Gên. 17,12 a 14) E no entanto foram abolidas pela Lei mais perfeita do Evangelho. Porque eram sinais de aliança de Deus com os israelitas em  preparação para a vinda de Cristo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   C)</strong> Falando aos judeus da Judéía na perspectiva da grande tribulação que estava para vir, Jesus disse: <em>“Rogai que a vossa fuga não seja em dia de sábado.” </em>(Mt. 24, 20) Isso porque os judeus interpretavam o repouso sabático como incluindo a proibição de caminhar nesse dia mais de mil metros. Assim, por essas palavras, Jesus não está se referindo à permanência do repouso sabático para a fase do Evangelho. Ele apenas quis dizer-lhes: “<em>Já</em> <em>que interpretais assim a lei do repouso do sábado, rogai para que a vossa fuga não seja em dia de sábado”, </em>e nada mais.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   D) </strong>Muito menos tem o sentido de continuidade do sábado o fato de Jesus ter passado um sábado no repouso do sepulcro. Se assim fosse, dever-se-ia pensar que Ele estava aprovando também para repouso, a meta­de do 1º dia da semana, o domingo, pois o dia, para os hebreus, ia do pôr-do-sol de um dia ao pôr-do-sol do outro dia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   Conclusão:</strong> O dia da semana a ser guardado com religioso repouso pelo cristão é o Domingo, e não o sábado.</p>
<p>Fonte: <a href="http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2010/12/01/sabado-judaico-ou-domingo-cristao/">http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2010/12/01/sabado-judaico-ou-domingo-cristao/</a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>A Bíblia: Deus nos fala</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2010/12/31/a-biblia-deus-nos-fala/</link>
		<comments>http://catolicosalerta.wordpress.com/2010/12/31/a-biblia-deus-nos-fala/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 03:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://catolicosalerta.wordpress.com/?p=239</guid>
		<description><![CDATA[Folheto: Neste “Folheto”, vamos tratar apenas do tema da frase que indica  a Divina Revelação; ou mais particularmente, da Revelação escrita, a Bíblia Sagrada.
Não se tratará, pois, aqui da Sagrada Tradição através da qual também parte do ensino divino chegou até nós. Nesses casos a Tradição, sob a ação da assistência prometida por Cristo à sua Igreja, só explicitou as verdades contidas implicitamente na Bíblia. ...<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=239&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">A BÍBLIA: DEUS NOS FALA</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/12/fc_16_-_a_biblia_deus_nos_fala.pdf" target="_blank">Folheto em PDF.<br />
</a></strong><strong>Impressão:</strong> Contém uma só página que deve ser impressa na frente e verso de uma mesma folha. Em seguida corte a folha ao meio e se terá 2 panfletos prontos.</p>
<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#339966;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></span></strong></h2>
<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#339966;">Conteúdo:</span></strong></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong>   1 -</strong> <em>“Deus é amor.” (1 Jo. 4,16) Só isto explica toda a amplitude das efusões divinas.  De fato, é próprio do amor comunicar-se: eis a criação. <strong>É próprio do amor falar à pessoa amada: eis a revelação.</strong> É próprio do amor fazer-se igual à pessoa amada: eis a Encarnação. É próprio do amor rebaixar-se: eis o presépio. É próprio do amor dar-se: eis a Eucaristia. É próprio do amor sacrificar-se: eis a imolação de Jesus na Cruz. É próprio do amor fazer feliz a pessoa amada: eis a glorificação.” </em>(Em “COM DEUS”, p. 343)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   2 – </strong>Todas as verdades acima mencionadas, e outras mais, fazem parte da nossa profissão de fé católica, o nosso “credo”, e estão contidas na Bíblia Sagrada. Neste “Folheto”, vamos tratar apenas do tema da frase que indica  a <em>Divina Revelação</em>; ou mais particularmente, da Revelação escrita, a Bíblia Sagrada.</p>
<p style="text-align:justify;">   Não se tratará, pois, aqui da Sagrada Tradição através da qual também parte do ensino divino chegou até nós. Nesses casos a Tradição, sob a ação da assistência prometida por Cristo à sua Igreja, só explicitou as verdades contidas implicitamente na Bíblia.</p>
<p style="text-align:justify;">   <strong>3 -</strong> Realmente Deus se dignou falar aos homens e revelar-nos seus divinos mistérios. Basta citar a Epístola aos Hebreus (1,2): <em>“Depois  de haver Deus falado, outrora, muitas vezes e</em> <em>de vários modos, aos Pais</em> <em>por meio dos Profetas, nesses últimos tempos, falou-nos por meio</em> <em>de seu Filho…”. </em>Os profetas, pois, e os outros autores sacros dos livros sagrados que fazem parte da Bíblia, escreveram sob a inspiração e assis­tência de Deus. Para isto, Deus de tal modo agiu sobre o intelecto e sobre a vontade dos autores sacros que os seus escritos são obras de Deus, como autor principal, e deles, como autores instrumentais. Pois, ao escreverem foram inspirados, movidos e assistidos por Deus para só escreverem o que Deus quis que escrevessem, embora, ao escreverem, usassem seus estilos próprios. A Bíblia é, pois, a Palavra de Deus escrita.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   4 -</strong> Daí se deduz a sua grande importância. Eis o que nela lemos: <em>“Toda a Escritura é inspirada por Deus </em>e <em>útil para ensinar, para convencer, para corrigir e para educar na justiça…” </em>(2 Tim. 3,16) É útil, porém, quando corretamente interpretada. Caso contrário, pode ser nociva. Basta ler 2 Pedro, 3, 16 (nº 7 deste).</p>
<p style="text-align:justify;">   <strong>5 -</strong> A Revelação Divina pode ser oficial ou particular, segundo é feita em caráter oficial ou particular. Desta última não se tratará aqui. A oficial encerrou-se com a morte do último Apóstolo. Presta-se ato de fé divina às verdades pertencentes à Fé e à Moral, contidas na Bíblia, e que são necessárias de se crer para a salvação.</p>
<p style="text-align:justify;">   Mas, sendo a Bíblia <strong>Palavra </strong><strong>oficial de Deus</strong>, a sua interpretação autêntica, só pode ser feita pela Igreja de Deus, a Igreja Católica, a única que tem promessa de assistência especial de seu divino Fundador para não errar no ensino do que é necessário de se crer para  a salvação. (Mt. 16,18-19; 28,18-20) É através dessa Igreja que os fiéis recebem, com segurança, o divino ensinamento.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   6 -</strong> A respeito dessa regra de interpretação, leia-se o que a própria Bíblia nos ensina na 2ª Pedro: <em>“Antes de tudo, porém, convencei-vos de que nenhuma  profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Pois, jamais uma profecia veio da vontade humana, mais foi por impulso do Espírito Santo que homens falaram da parte de Deus.” </em>(2 Ped. 1,20-21) A interpretação oficial da Bíblia pressupõe, pois, além da competência, a assistência prometida por Cristo, como acima ficou dito, pois a Bíblia não é um livro comum.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>   7 </em>- </strong>O que na 2<strong> </strong>Pedro (1,20-21) foi dito das profecias, deve-se, por extensão, dizer de toda a Bíblia. De fato, se lê em seguida: <em>“Nelas</em> (nas Epístolas de São Paulo, parte da Bíblia) <em>há passagens difíceis de entender, e cujo sentido pessoas ignorantes e pouco fortalecidas deturpam para a sua</em> <em>própria perdição, como também o fazem com as outras Escrituras.” </em>(2 Ped 3,16)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   8 -</strong> Foi Lutero, fundador do protestantismo, quem, contrariamente a esse ensinamento divino, inventou o falso princípio do <em>livre exame </em>da Bíblia, ao atribuir a cada pessoa em particular assistência especial do Espírito Santo para interpretar corretamente a Bíblia. A falsidade desse princípio luterano tornou-se patente já no seu tempo. De fato, vários de seus discípulos, como Calvino, Karlstadt, Zuínglio, etc. entende­ram tão contrariamente a Bíblia, que surgiram logo várias sei­tas contraditórias. E hoje o número das seitas originárias do luteranismo é incalculável, fruto de seus incontáveis erros.</p>
<p style="text-align:justify;">   Aliás, o princípio do <em>livre exame</em> supõe que a Bíblia é um livro como outro qualquer. Foi a isto que chegaram através de Bultimann, Dibelius, Harnac, e outros exegetas protestantes que, negando tudo o que é sobrenatural, reduziram a Bíblia a um livro comum.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   9 -</strong> No entanto, os protestantes pretendem achar justi­ficativa para sua teoria do <em>“livre</em> <em>exame” </em>nestas palavras do Apóstolo: <em>“Não desprezeis as profecias. Examinai tudo: abraçai o que é bom.” </em>(1Tes. 5, 20-21) É, porém, patente que aí S. Paulo não se refere às profecias da Bíblia, nem muito menos a toda a Bíblia, mas apenas às <em>breves exortações fervorosas</em> proferidas nas reuniões dos primeiros cristãos, exortações chamadas “profecias”. Por isso, as pessoas que proferiam tais exortações espirituais eram chamadas “profetas”. Confira todo o cap. 12 da 1<strong> </strong>Coríntios, no qual S. Paulo dá normas práticas sobre isso. Não se trata, pois, de nenhuma profecia da qual fala a Bíblia em 2<strong> </strong>Pedro l, 20-21.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   10 -</strong> Outros citam as seguintes palavras de Nosso Senhor aos judeus: <em>“Vós perscrutais as Escrituras julgando encontrar nelas a vida eterna. Pois bem! São</em> <em>elas mesmas que dão testemunho de Mim.” </em>(Jo. 5,39) Nesse texto, porém, Jesus apenas aponta para erro ocorrido na interpretação particular da Bíblia por parte de seus adversários. Ele condena, pois, o “livre exame” luterano. Note-se que não se diz no texto: <em>“Perscrutai as Escrituras”</em>, como costumam dizer, falsificando a Bíblia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   11 <em>-  Eis as normas da Santa Igreja sobre o uso da Bíblia Sagrada.</em></strong> Fonte documentária: “Denzinger-Schönmetzer.”(Dz.-Sch.):</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   a)</strong> A sua utilidade e leitura (da Bíblia) são, de modo geral, encarecidas e recomendadas (Dz.-Sch. 770s) como o faz a própria Bíblia; mas não sem alguma restrição, como o faz também a Bí1bia em 2 Pedro 1, 20-21; 3, 16.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   b)</strong> A Igreja não julga, pois, a Bíblia útil para todos indis­tintamente. (Dz.-Sch. 1853;  2712, 2771) Por exemplo, é<em> </em>nociva  para os protestantes que a interpretam segundo o princípio do <em>“livre exame” </em>e da <em>“interpretação particular”, </em>que a própria Bíblia condena (2 Ped. 1,20-21; 3,16), e que os induz a muitos erros.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   c)</strong> A sua leitura não é obrigatória para todos (Dz.-Sch. 2479-2485 e 2667), pois o que ela contém de necessário para a salvação, está publicado nos catecismos católicos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   d) </strong> Os féis católicos só usem as edições aprovadas pela Igreja, e com notas também aprovadas (Dz.-Sch.  1508, 1863, 2272).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   e)</strong> São proibidas as versões das sociedades bíblicas dos não-católicos (Dz.-Sch. 2771 e 2784). Por isso, são muito nocivas as atuais edições ecumênicas da Bíblia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   f) </strong>Não se esquecer de que a Igreja concede uma indulgência ao fiel que lê a Sagrada Escritura <strong>como</strong> <strong>leitura espiritual</strong>, com a veneração devida à Palavra divina.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   g) </strong>É, pois, mentirosa e caluniosa a afirmação dos protestantes de que a Igreja proibiu a leitura da Bíblia. O que a carta do <em>Papa Inocêncio III</em> ao Bispo de Metz (Dz.-Sch. 770s) fez, foi condenar o erro de interpretação particular da Bíblia e as edições mal-traduzidas que sempre truncam o sentido autêntico da divina Revelação e tornam a leitura da Bíblia prejudicial à verdadeira fé.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   12 – </strong><em>Note-se que o número total de livros da Bíblia é 73; sendo 46 do Antigo Testamento e 27 do Novo. Nas edições protestantes, porém, faltam os sete livros que foram reconhecidos como inspirados depois dos outros (eles os chamam “apócrifos”). Esses <strong>sete</strong> livros são muito úteis, mas não são tão indispensáveis para a demonstração das verdades da fé católica. São eles: Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, 1 e 2 Macabeus e Tiago, além de trechos de Ester e de Daniel.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>   13 -</strong> Além das verdades da Divina Revelação contidas no n° 1 deste folheto, várias outras são tratadas na série de <em>“Folhetos Católicos”</em>, do n° 01 a 18.</p>
<p>Fonte: <a href="http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2010/12/01/a-biblia-deus-nos-fala/">http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2010/12/01/a-biblia-deus-nos-fala/</a></p>
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		<item>
		<title>Fé divina e Boas obras</title>
		<link>http://catolicosalerta.wordpress.com/2010/12/29/fe-divina-e-boas-obras/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 22:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tradicaocatolicaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Defesa Católica]]></category>
		<category><![CDATA[Fé e Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fé_Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Folheto: Os protestantes, desde Lutero até hoje, professam que o homem se salva só pela fé, não tendo as boas obras nenhum valor meritório para a vida eterna. Lutero chegou a amaldiçoar as boas obras como ilusórias.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=catolicosalerta.wordpress.com&amp;blog=15319916&amp;post=234&amp;subd=catolicosalerta&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff9900;">FÉ DIVINA E BOAS OBRAS</span></strong></h2>
<p><strong><a title="Clique aqui." href="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/12/fc_15_-_fe_divina_e_boas_obras.pdf" target="_blank">Folheto em PDF.</a></strong><br />
<strong>Impressão:</strong> Contém uma só página que deve ser impressa na frente e verso de uma mesma folha. Em seguida corte a folha ao meio e se terá 2 panfletos prontos.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter  wp-image-304" src="http://catolicosalerta.files.wordpress.com/2010/08/simb_01.png?w=88&#038;h=31" alt="" width="88" height="31" /></p>
<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#339966;">Conteúdo:</span></strong></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong> 1 – </strong>Os protestantes, desde Lutero até hoje, professam que o homem se salva só pela fé, não tendo as boas obras nenhum valor meritório para a vida eterna. Lutero chegou a amaldiçoar as boas obras como ilusórias.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> -</strong> (Diga-se de passagem que essa é razão principal pela qual eles são contra as <strong>sagradas imagens</strong> que, no entanto, a Bíblia aprova (Cf. <a title="Fol. Cat., n° 05: As Sagradas Imagens na Bíblia" href="http://tradicaocatolicaes.wordpress.com/2010/07/17/as-sagradas-imagens-na-biblia/" target="_blank">Fol. Cat., nº 05</a>). De fato, através delas se põem em realce diante dos fiéis os heróis  cristãos que se destacaram nas virtudes cristãs através da fé e das boas obras).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 2 -</strong> Fechado o parêntese, voltemos ao tema fé-obras e fixemos a verdade que a Igreja Católica sempre professou, de que a fé verdadeira é imprescindível para a salvação, mas que só ela não salva o homem, porque, segundo a Bíblia, <em>a fé,</em> sem as obras, <em>é morta,</em> isto é, não salva. (Tg. 2,26; 2,14; Rom. 2,13)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 3 -</strong> Os seguidores de Lutero pretendem achar justificativa para a sua errônea doutrina nos seguintes textos bíblicos: <strong>1 -</strong> <em>“Quem crer e for batizado será salvo, quem não crer será condenado”</em> (Mc. 16,16) <strong>2 -</strong> <em>“Julgamos que o homem é justificado pela fé sem as obras da Lei”</em> (Rom. 3,28; cf. também Gal. 2,16)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 4 -</strong> É muito fácil ver que a interpretação protestante desses textos é falsa. Comecemos pelo 1º texto. (Mc 16,16) A sua correta exegese (interpretação) mostra claramente que ele exige as boas obras:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> a )</strong> porque inclui o batismo<em> </em>- (sobre a necessidade do batismo para adultos e crianças, ver  Fol. Cat., nº  07). Trata-se diretamente do batismo de adultos em cuja recepção se praticam necessariamente, além do ato de fé, várias virtudes ou boas obras, como o arrependimento dos pecados, de acordo com estas palavras de S.Pedro: <em>“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para a remissão dos pecados”.</em> (At 2,38) No batismo também se praticam a humildade, a confiança em Deus, a oração, etc.; são outras tantas boas obras.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> b )</strong> porque as palavras de Jesus <em>“Quem crer e for batizado será salvo; quem</em><em> não crer, será condenado”</em><strong>, </strong>fazem parte do seu último discurso ao enviar os seus Apóstolos pelo mundo; palavras que foram relatadas por S. Marcos (16,15-16), e por S Mateus (28,18 a 20). Os dois relatos se completam. É só encaixar o mais breve de Marcos no mais longo de Mateus assim<em>: “Ide, pois, e fazei de todos os povos discípulos meus, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos mandei.</em>”<strong> </strong>(Mt 28,18-19)<strong><em> </em></strong><em>“Quem crer e for batizado será salvo, quem não crer </em>(e o adulto que não crê, não poderá ser batizado)<em> será condenado”.</em><strong> </strong>(Mc. 16,16) <em>“Eis que estarei convosco todos os dias até à consumação dos séculos.”</em> (Mt. 28,20)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 5 – </strong>Está claro, pois, que Jesus exige para a salvação, além da fé,<em> </em>as boas obras: “..<em>.<strong>ensinando-os a observar </strong></em>tudo o que vos mandei” (texto citado). E como já havia exigido para a salvação a observância dos Mandamentos – <strong><em>“Se queres entrar na vida eterna, observa os mandamentos” </em></strong>(Mt. 19,17) – a expressão <strong>“<em>tudo o que vos mandei”</em></strong>, inclui as <strong><em>boas obras</em></strong> resultantes da observância<em> </em>dos<em> <strong>mandamentos</strong></em> e dos <strong><em>deveres de estado</em>. </strong>Ademais Jesus declara que virá <em>“retribuir a cada um segundo as suas obras”.</em> (Mt. 16,27)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 6 -</strong> Vejamos o 2º texto. (Rm. 3,28; cf. também Gal. 2,16) Também ele é interpretado erroneamente pelos protestantes. É só analisar exatamente a citada frase do Apóstolo S. Paulo: <em>“Julgamos que o homem é justificado pela fé sem as obras da Lei”.</em><strong> </strong>Com efeito:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> a )</strong> O texto não afirma que o homem se salva somente pela fé. Este somente é invenção protestante, a começar por Lutero, o qual, <em>“por ser depravado</em> <em>e não querer se converter,</em> o inventou para tapear a própria consciência” (<em>“Legítima interpretação da Bíblia”<strong>,</strong></em> Lúcio Navarro)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> b ) </strong>Pela expressão <em>“obras da Lei”</em>, São Paulo fala de certas observâncias judaicas, como circuncisão, abluções, certas festas, etc., incluídas no termo “Lei”  (de Moisés), observâncias que foram supressas pela nova Lei do Evangelho. Não fala o Apóstolo das obras resultantes da observância do Decálogo, os dez mandamentos. Estaria em oposição a Mt. 19,17.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> c )</strong> Ele não fala de salvação, mas sim, de justificação. É esta uma distinção muito importante. Com efeito, a salvação é o término de um processo de santificação pessoal que começa com a justificação. Para  a <strong>justificação</strong> só Deus atua, dando o dom da fé e da graça santificante. No processo de <strong> santificação</strong>, porém, entram a ação de Deus que atua sempre na alma e é o principal agente, e a do homem que corresponde livremente à ação divina praticando o bem e evitando o mal. Por essa colaboração o homem merece a recompensa da salvação.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 7 -</strong> Para a santificação não há limites:<strong> <em>“Sede perfeitos como vosso Pai celeste”</em>.</strong> Quer dizer: imita Jesus Cristo (pela fé e boas obras); a Ele que é a imagem perfeita do Pai. (Col. 1, 15; Heb. 1,3) Foi dito que a justificação ou o início desse processo é obra gratuita de Deus, porque o homem nada pode fazer para merecê-la. Uma vez, porém, elevado pela graça santificante ao plano sobrenatural  (justificação), deve o homem, por suas boas obras (amor de Deus e do próximo, do que<em> <strong>“depende toda a Lei e os Profetas”</strong></em><strong> </strong>- Mt. 22, 39-40), cooperar livremente com esta ação de Deus em sua alma e merecer  a graça da salvação, ou o prêmio de Deus na glória celeste. (Mt. 25, 21 a 23)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 8 – </strong>Além disso, S. Paulo afirma que a fé é operante, ou seja, deve ser atuada ou exercitada pelas boas obras, pois diz: <em><strong>“A fé opera pela caridade”.</strong></em><strong> </strong>(Gal. 5,6) E em outro lugar:<strong><em> “Diante de Deus não são justos os que ouvem a Lei, mas serão tidos por justos os que praticam a Lei.”</em></strong><em> </em>(Rom 2,13)  Portanto, segundo a Bíblia, as boas obras são necessárias para que a fé não seja morta (Tg. 2, 26), e pois, para a salvação. De modo que é Cristo, sim, que salva, mas o homem coopera pelas suas boas obras. Daí o conhecido dito de Santo Agostinho: <strong><em>“Deus que te criou sem ti, não te salvará sem ti”.</em></strong></p>
<h3 style="text-align:justify;">Falsa noção de fé protestante</h3>
<p style="text-align:justify;"><strong> 9 -</strong> Lutero declarou que nada nos aproveita<strong> <em>“crer que em Jesus Cristo há duas naturezas, a de Deus e a de homem”</em>,</strong> ou seja, que<em> <strong>“Ele é o Filho de Deus feito Homem”</strong></em><strong>.  <em>“O que me importa, disse, é crer que ele é meu Salvador pessoal”</em>. </strong>Esta doutrina errônea é o fundamento da fé fiducial e subjetiva protestante (<strong><em>fé-sentimento de confiança</em></strong>). Isto equivale a crer que o ato de fé prescinde do objeto da fé, ou seja, no caso presente, da verdade de que Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Verdade essa que é fundamental para a salvação.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 10 -</strong> Um ato de fé assim tão erroneamente entendido não pode ser de verdadeira fé,<strong> <em>sem a qual ninguém pode agradar a Deus </em></strong> (Heb.11,6), isto é, salvar-se. A fé verdadeira requer a adesão da mente a todas e cada uma das verdades reveladas por Deus e propostas pela Igreja de Deus, como pertencentes ao <strong><em>“precioso depósito” (da fé). </em></strong>(2 Tim 1,13-14 ) É desse modo que o ato de fé é um obséquio da razão humana elevada pela graça, e não um mero sentimento.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 11 – </strong>A principal destas verdades é o mistério da Encarnação do Filho de Deus. O ato de fé em Jesus Cristo que não atinja este mistério, é falso e nulo (meramente sentimental). Não é um obséquio racional (Rom 12,1 – versão da Vulgata), ou espiritual. Para sê-lo é preciso crer que Jesus Cristo é Deus e Homem verdadeiro ao mesmo tempo, e que, portanto, Maria Santíssima é sua verdadeira Mãe. E nós professamos essa verdade também chamando-A de Mãe de Deus. O mesmo se diga de todas as verdades a serem cridas com ato de fé divina.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 12 -</strong> Lutero, reduzindo a fé a um ato alógico (irracional, sentimental), falseou profundamente a sua verdadeira noção, rebaixando a fé ao domínio do sentimento. Portanto, a fé protestante não é suficiente para a justificação e salvação.</p>
<h3 style="text-align:justify;">Falsa noção protestante de justificação</h3>
<p style="text-align:justify;"><strong> 13 – </strong>O fundador do protestantismo, não conseguindo se libertar do pecado impuro, devido a sua desregrada sensualidade, declarou que a natureza humana, depois do pecado original, está irremediavelmente corrompida, e que, por isso, a graça da justificação não pode santificá-la no seu íntimo. Inventou, então, a doutrina anti-evangélica e hipócrita da justificação como algo meramente externo à alma. Uma espécie de manto da justiça de Cristo, com o qual Deus revestiria a alma daquele que crê, sem torná-la, no entanto, interiormente purificada e santificada.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>14 -</strong> Exemplifica bem essa absurda doutrina este conselho que Lutero deu, em carta, a seu amigo Melanchton: <em>“Peca fortemente, mas crê mais fortemente e alegra-te em Cristo”. </em>(Carta de 01 de agosto de 1521) Ora, conceber assim o efeito da graça santificante que Deus infunde na alma do pecador para justificá-lo, é subverter totalmente o Evangelho de Jesus Cristo. É supor que Ele se contenta com as aparências, quando condenou severamente a hipocrisia dos fariseus, chamando-os de sepulcros caiados (Mt. 23,25 a 28). Se aprovasse esse tipo de justificação, Jesus Cristo estaria Se contradizendo a Si mesmo. Como pensar que Deus se contente com esse tipo justificação apenas externa inventado por Lutero?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> 15 -</strong> Vê-se, pois, que a doutrina católica e a protestante são irreconciliáveis. E só um muito mal entendido ecumenismo pôde produzir uma declaração conjunta católico-luterana, profundamente ambígua, sobre a justificação.</p>
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