Jesus Cristo e os Filósofos

SOBRE O LIVRO

JESUS CRISTO E OS FILÓSOFOS

[Recorrendo a] filosofia e à história para aí encontrar argumentos convincentes da divindade de Cristo, dos fatos relativos à obra da redenção.

Padre Frei Eugênio Cantera da Sagrada Familia, O.A.R.; Jesus Cristo e os filósofos; Tradução do Padre Antonio A. Moraes Júnior; Melhoramentos, 1938.

Convencido da grande necessidade que têm os espíritos de estudar a Cristo, único caminho para conseguirmos nosso destino, tentei provar com as luzes da razão natural somente como Jesus Cristo não é apenas um herói, um sábio, um benfeitor da humanidade; é um Deus em sentido metafísico, fundador da Igreja, autor da civilização verdadeira. Com este objetivo examinei os pontos principais da sua vida, as relações íntimas que o ligam com o homem, a influência exercida na história pela sua doutrina e virtudes admiráveis, mas prescindindo sempre dos textos inspirados, de argumentações dogmáticas, pois se aparecem, às vezes testemunhos da sagrada escritura não são eles para impor sua autoridade divina, mas como documentos históricos, necessários para conhecer os feitos e os ensinos do nosso amado Mestre.

Creio todavia que a leitura das seguintes páginas servirá para recordar os benefícios que o mundo deve a Jesus Cristo e o fracasso das tentativas realizadas para derrubar seu trono.

Jesus Cristo não morre; a despeito de seus inimigos, seguirá reinando na história com os clarões da sua luz e os incêndios do seu amor; sobre os escombros amontoados pelas extraviadas concepções filosóficas, sobre as ruínas do pensamento, alça-se hoje mais resplandecente que nunca sua divina imagem, subjugando o mundo, oferecendo a todos o ideal, a redenção e a vida.

(Extratos do Prólogo do autor)

Título original: Jesucristo y los Filósofos
Autor: Pe. Eugênio Cantera

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CONTEÚDO

ÍNDICE

Introdução

Prólogo

CAPÍTULO I — Jesus Cristo e a História
Importância histórica de Jesus Cristo. — Seus três inimigos. — Origem da luta. — A razão humana. — A filosofia. — Influência desta na ordem social. — Objeto da Obra.

CAPÍTULO II — Jesus Cristo e seus Biógrafos
Juízos da impiedade sobre Cristo. — Lutero, Descartes, Semler, Kant. — O Cristo dos livres pensadores: Cristo de Lessing, de Hegel, de Schleiermacher, de Strauss, de Baur de Renan, de Hartmann, de Paulsen, de Chiappelli. — O Cristo dos modernistas: Cristo de Harnack, de Stapfer, de Weiss, de Wernle, de Loisy. — O Cristo da Igreja Católica. — Seu fundamento histórico nos Evangelhos. — Critérios externos da autenticidade dos Evangelhos. — Idem internos. — Beleza moral dos Evangelhos.

CAPÍTULO III — Jesus Cristo e seu ideal
O herói do Evangelho. — O ideal de Cristo; seus caracteres. — Jesus e os filósofos. — Jesus e os heróis. — O ideal de Jesus único em sua concepção e em sua realização histórica. — Imortal, insuperável, divino. — A idéia e o amor. — O amor do mundo a Cristo prova sua divindade. — Efeitos desse amor.

CAPÍTULO IV — Jesus Cristo e a razão humana
Strauss e Loisy. — Valor dogmático dos ensinos de Cristo. — Idem filosófico. — A filosofia e o Cristianismo. — Erros dos filósofos pagãos. — Conceito filosófico de Deus segundo Jesus Cristo. — Idem do homem. — Idem do mundo. — Originalidade da concepção filosófica de Jesus. — Crítica de algumas palavras de Renan.

CAPÍTULO V — Jesus Cristo e a moral
Jesus Cristo não revela apenas uma Dogmática mas também uma moral. — A moral filosófica e sua refutação. — Perfeição da moral cristã. — Suas virtudes. — Originalidade da concepção da moral de Cristo. — Jesus, Buda e os Estóicos. — Virtualidade da moral de Cristo. — Jesus ideal de perfeição e de santidade. — Seu caráter moral. — Testemunho de seus inimigos. — Os moralistas pagãos. — A santidade de Cristo inimitável e insuperável.

CAPÍTULO VI — Jesus Cristo e a Sociedade
Jesus Cristo eixo da história. — O Evangelho e a civilização do mundo. — O homem, a família e a sociedade no paganismo. — Valor social do homem segundo Cristo. — A liberdade, a fraternidade e a igualdade são cristãs. — Os escravos, os operários e Jesus. — Jesus restaura a família. — Idem a sociedade. — A civilização cristã e a crítica racionalista. — Originalidade da concepção social de Cristo. — Os protestantes liberais. — Palavras de Taine e Bourget.

CAPÍTULO VII — Jesus Cristo e seus mestres
O Cristianismo é a verdade absoluta. — Erros de Harnack e Loisy sobre a ciência de Jesus Cristo. — Ciência infalível e perfeitíssima de Cristo. — Objeção. — Renan e sua «vida de Jesus». — Juízos de Renan sobre a ciência de Cristo. — A ciência de Jesus não é humana. — Jesus não teve mestres. — Não o foram João Batista, nem Fílon, nem Hilel nem Judá, o Gamalita. — Muito menos se inspirou nas doutrinas dos essênios e fariseus. — A natureza fonte de inspiração para Jesus. — Ciência adquirida de Jesus Cristo. — Jesus não foi um impostor nem um ilusor. — Consciência messiânica de Jesus Cristo. — Contradições de Renan. — A ciência de Jesus prova de sua divindade.

CAPÍTULO VIII — Jesus Cristo e sua palavra
A palavra de Cristo distinta da palavra humana. — Seus caracteres: Jesus Cristo ensina por via de autoridade, os filósofos por via de demonstração. — A doutrina dos filósofos era científica, porém, não popular; a de Jesus é científica e popular ao mesmo tempo. — Universalidade da palavra de Cristo com relação às pessoas. — Idem com relação aos tempos. — Idem com relação aos lugares. — Vitalidade da palavra de Cristo. — Teoria dos filósofos e prática de Jesus. — A ciência incapaz de fazer santos. — Eficácia santificadora da palavra de Cristo.

CAPÍTULO IX — Jesus Cristo e sua pessoa
Os modernistas — seu Erro capital. — Absurdas hipóteses dos racionalistas bíblicos sobre o quarto Evangelho e a pessoa do Salvador. — Valor do testemunho pessoal de Cristo. — Exame dos testemunhos implícitos de Cristo a respeito de sua divindade. — Idem dos testemunhos explícitos. — Os títulos de Filho de Deus e Messias não são sinônimos. — Afirmações, de Jesus. — É verdadeiro Deus.

CAPÍTULO X — Jesus Cristo e a verdade
O Verbo Divino termo da ação intelectual de Deus. — É causa de toda a verdade. — Jesus Cristo e a verdade. — Jesus Cristo fonte da verdade na ordem teológica, filosófica e histórica. — Protótipo da beleza artística. — Criador da unidade intelectual do mundo. — Testemunho dos sábios. — O verbo divino e o verbo humano. — Sua diferença. — Seus caracteres.

CAPÍTULO XI — Jesus Cristo e a vida
Insuficiência da vida intelectual no homem. — Natureza da vida. — Cristo autor da vida natural. — Idem da vida sobrenatural. — Fé e caridade. — O problema da vida e as escolas racionalistas. — Concepção cristã da vida — A caridade cristã e a história. — Eficácia da vida cristã. — Maravilhas da caridade cristã. — Necessidade que tem o mundo da vida cristã.

CAPÍTULO XII — Possibilidade do Sobrenatural
A negação do sobrenatural raiz de todos os erros modernos. — É a origem da guerra contra Jesus Cristo. — Prova histórica da possibilidade da ordem sobrenatural. — Prova filosófica. — O que não é o sobrenatural. — Conveniência do sobrenatural. — Ataques dos racionalistas. — Desvanecem suas objeções. — Limites da razão na ordem natural. — Existência e utilidade dos mistérios.

CAPÍTULO XIII — Necessidade do Sobrenatural
Autonomia da razão kantiana. — Necessidade da revelação na ordem filosófica. — Provas psicológicas. — Prova histórica. — Impotência da filosofia para salvar o mundo. — A investigação filosófica não é meio ordenado ao conhecimento da verdade religiosa. — Razões de Santo Tomás de Aquino. — Objeção dos racionalistas. — As três revelações divinas. — Insuficiência da revelação pela criação e pela consciência. — Necessidade da revelação histórica, singularmente da revelação cristã.

CAPÍTULO XIV — O Milagre
O milagre nota infalível da revelação divina. — Definição do milagre. — O que o milagre não é. — Possibilidade do milagre. — O milagre e os atributos de Deus. — Cognoscibilidade do milagre. — Objeções. — O critério moral argumento inequívoco do verdadeiro milagre. — Valor probatório do milagre. — Verdade histórica dos milagres de Cristo. — Verdade filosófica dos mesmos. — Os milagres de Jesus demonstram a divindade de sua missão. — E a divindade de sua pessoa. — O milagre e a liberdade humana.

CAPÍTULO XV — O Racionalismo e a Fé
A razão filosófica inimiga em todos os tempos da revelação. — O Racionalismo e a História. — A fé critério da verdade na ordem sobrenatural. — Os livres pensadores e a fé religiosa. — Genuíno conceito da fé. —Necessidade da fé na vida social. — Idem na ciência. — Refutação do livre pensamento. — A liberdade de pensar segundo a reta razão. — Idem segundo os livres pensadores. — A fé auxiliar da ciência.

CAPÍTULO XVI — A Fé religiosa e as ciências
Limitação dos nossos conhecimentos na ordem natural. — A autoridade de Deus critério da verdade na ordem sobrenatural. — A fé teológica é um ato racional. — Harmonias entre a fé e a razão. — Relações mútuas. — Subordinação lógica da razão à fé. — Injustas pretensões dos livres pensadores. — A ciência é livre porém não independente. — As ciências progrediram sempre aos impulsos da fé e da revelação. — Progressos das ciências teológicas e filosóficas. — Idem das ciências físicas. — A Igreja Católica promotora incansável do estudo das ciências.

CAPÍTULO XVII — Jesus síntese de todas as coisas
Influências de Jesus na História. — Jesus síntese da ordem natural e da ordem sobrenatural. — A divindade de Jesus demonstrada pelo Evangelho. — Idem pela história. — Demonstra-o também a bancarrota da ciência atéia. — Esterilidade da filosofia anticristã. — Efeitos desastrosos da filosofia racionalista. — A verdadeira filosofia é cristã. — Cristo triunfa e triunfará de todos os seus inimigos. — Jesus centro da história e base do mundo.

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