Category Archives: Orações

Carta Pastoral sobre a Mediação Universal de Maria Santíssima

SOBRE O LIVRO

CARTA PASTORAL SOBRE A MEDIAÇÃO UNIVERSAL DE MARIA SANTÍSSIMA

Dom Antonio - brasao

Brasão de D. Antônio.

Campos-RJ, 16 de julho de 1978.

Carta pastoral onde S.E.R. Dom Antônio de Castro Mayer faz um fantástico trabalho contrapondo Eva e Maria Santíssima enquanto percorre os documentos magisteriais que afirmam o dogma da Mediação Universal de Maria Santíssima.

OPÇÕES PARA BAIXAR/DOWNLOAD

Opção 1: Carta Pastoral sobre a Mediação Universal de Maria Santíssima.
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Autor: Dom Antônio de Castro Mayer, Bispo de Campos.
Idioma: Português.
Edição: Editora Vera Cruz Ltda, fevereiro de 1979.
Formato: PDF.
Tamanho: 4,38 MB.
Número de páginas: Arquivo PDF com 61 páginas.
Fonte: FSSPX.

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Catecismo de Nossa Senhora (OHS)

SOBRE O LIVRO

CATECISMO DE NOSSA SENHORA (OHS)

Publicado em 1997 pelos padres da União Sacerdotal São João Maria Vianney, fundada por S.E.R. Dom Antônio de Castro Mayer. Na época, os “Padres de Campos” ainda protegiam a integridade da fé católica. Apesar de hoje terem abandonado a luta e caído nas garras do modernismo, praticando-o e divulgando-o, muito de seu antigo material reflete a fé que um dia defenderam.

OPÇÕES PARA BAIXAR/DOWNLOAD

Opção 1: Catecismo de Nossa Senhora (OHS)
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Edição: Ontem Hoje Sempre.
Data: 16 de julho de 1997 (Festa de Nossa Senhora do Carmo).
Idioma: Português.
Formato: PDF.
Tamanho: 3,68 MB.
Número de páginas: Arquivo PDF com 16 páginas.
Obs.: Normalmente o arquivo será aberto com as páginas na diagonal, neste caso basta girar a visualização no sentido anti-horário para facilitar a leitura.
Fonte: Alexandria Católica.

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A Vida Espiritual Segundo São Tomás de Aquino

SOBRE O LIVRO

A VIDA ESPIRITUAL SEGUNDO SÃO TOMÁS DE AQUINO

A Vida Espiritual Segundo São Tomás de AquinoÚltimo livro de Dom Lefebvre, seu testamento espiritual. Um resumo da doutrina católica, segundo São Tomás de Aquino, analisada em seu papel de santificação das almas.

***

“Foi porque Santo Tomás teve uma ciência excepcional do Mistério de Cristo que a Igreja fez dele seu doutor. Tenhamos prazer em ler e reler as encíclicas dos Papas sobre Santo Tomás e a necessidade de segui-lo na formação dos padres, a fim de não hesitar um instante sobre a riqueza dos seus escritos, e sobretudo da Suma Teológica, para nos comunicar uma fé inabalável e o meio mais seguro de abordar, na oração e na contemplação, o porto celeste que, através das vicissitudes desta vida terrestre, não abandonará mais nossas almas abrasadas do espírito de Jesus”. (Dom Marcel Lefebvre)

Para comprar esse livro: Editora Permanência.

OPÇÕES PARA BAIXAR/DOWNLOAD

Opção 1: Livro
Formato: PDF.
Tamanho: 9 MB.
Páginas: Arquivo PDF com 49 páginas.
Obs.: Normalmente o arquivo será aberto com as páginas na diagonal, neste caso basta girar a visualização no sentido anti-horário para facilitar a leitura.
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Ordinário da Missa Tridentina

SOBRE O LIVRO

ORDINÁRIO DA MISSA TRIDENTINA

Para acompanhar a Missa. O Ordinário da Missa reúne o que se diz na Missa comum, para distingui-lo do que é próprio para as festas e demais dias do ano. São as orações fixas que se rezam sempre, em quase todas as missas.

Fonte: FSSPX-Brasil (Tamanho Grande|Tamanho Médio|Versão de Bolso)

OPÇÕES PARA BAIXAR/DOWNLOAD

Opção 1: Livro tamanho grande
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Tamanho: 350 KB.
Páginas: Arquivo PDF com 31 páginas.
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Opção 2: Livro tamanho médio
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Páginas: Arquivo PDF com 16 páginas.
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Opção 3: Livro tamanho pequeno (versão de bolso)
Formato: PDF.
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Páginas: Arquivo PDF com 8 páginas.
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Em espanhol (PDF): Opção 1 / Opção 2.

CONTEÚDO

MISSA TRIDENTINA

A Missa Tridentina, conhecida também como Missa de São Pio V, possui tal nome em referência ao Concílio de Trento (1545–1563). Este Concílio procurou oferecer a Igreja um rito que fosse o mais autêntico possível em transmitir o espírito e a piedade dos Apóstolos e dos primeiros Cristãos. O rito escolhido foi o rito que existia em Roma e que se encontrava conservado sob a vigilância e zelo dos Papas, e que manteve em razão disto sua autenticidade.

Esse rito foi construído ao longo de anos através da intervenção de grandes Papas, Santos e Sábios como: São Gelásio, São Damásio, São Gregório entre outros.

Esta obra do Concílio de Trento se fez necessária em razão da aparição na Igreja de muitos ritos ambíguos criados por iniciativas mal-inspiradas de Bispos.

A confusão litúrgica produzida por tantos ritos existentes só poderia ser utilizada pelos inimigos da Igreja e das almas; estes de fato, desencaminharam muitos fiéis em razão disto.

Esta feliz busca por autenticidade por parte da Igreja foi uma verdadeira Reforma para a Glória de Deus e a salvação das almas.

Hoje, manter esse rito (o Romano) em sua originalidade é importante para combater a confusão litúrgica que novamente se manifesta.

A oficialização do Rito Romano e de sua autenticidade, ocorreu em 5 de dezembro de 1570, quando São Pio V, cumprindo as disposições do Concílio, promulgou o Missal Romano.

A Missa Tridentina faz uso do uso do latim que é a língua oficial da Santa Igreja e através da qual ela procura manter sua unidade e universalidade documental e litúrgica.

O latim tem a função de preservar os mistérios da Missa e também a de unificar os fiéis de todas as línguas.

Para ilustrar essa força de unificação do latim, eis uma história: de acordo com um relato, um francês durante a II Guerra Mundial, ao se dirigir a uma Igreja, nota que existe um Capelão do exército alemão a celebrar uma missa solitariamente. Acompanhando a missa, o francês se dá conta deslumbrado que, através dela dois inimigos podem se unir e orar a uma só voz a Deus.

Este presente trabalho foi realizado justamente para ajudar as pessoas que tem dificuldade com o latim (o que é perfeitamente natural em um primeiro momento) e que poderiam acabar em razão deste pequeno obstáculo, se afastando desta Missa que nos educa no verdadeiro espírito dos Apóstolos.

[…]

MISSAL ROMANO

Trata-se de um livro litúrgico que contém todas as instruções e textos utilizados na celebração da Missa do Rito Romano.

No Missal podemos encontrar textos de duas naturezas: os habituais e os móveis. O primeiro compõem o Ordinário da Missa, os segundos são conhecidos por Próprio da Missa. Dessa forma, temos:

  • Ordinário da Missa – são as orações fixas que são rezadas sempre, em quase todas as missas.
  • Próprio da Missa – também conhecido como parte móvel da missa. São as orações que sofrem variação conforme o dia. Como exemplo, temos: o Intróito, a Epístola e o Evangelho.

Portanto, neste trabalho as pessoas encontrarão o texto que é habitualmente utilizado na celebração da Missa ou se preferir, o seu Ordinário.

[…]

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Opção 1: Livro tamanho grande (PDF com 31 páginas)

Opção 2: Livro tamanho médio (PDF com 16 páginas)

Opção 3: Livro tamanho pequeno (PDF com 8 páginas)

Novena a São José

SOBRE O FOLHETO

NOVENA A SÃO JOSE

Folheto contendo novena à São José.

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Opção 1: Folheto
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Impressão: Contém duas páginas que devem ser impressas na frente e verso de uma mesma folha, em seguida se dobra a folha ao meio, e se terá 1 panfleto pronto.
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CONTEÚDO

Novena a São José

São José

Esposo de Nossa Senhora, padroeiro da Igreja Universal, dos operários, da família e da boa morte.

A novena, preferencialmente, deve começar no dia 10 de março, para terminar um dia antes da festa de São José, Esposo da Santíssima Virgem e Patrono da Igreja Universal (19/03); também no dia 22 de abril para terminar um dia antes da festa de São José Operário (1º/05). Mas aquele que quiser rezar a novena em qualquer época do ano, pode fazê-lo à vontade.

Recomendamos que a novena seja precedida de uma confissão bem feita depois de um bom exame de consciência. Muito frutuoso seria também comungar todos os dias, se isto não for possível, procurar fazê-lo pelo menos em um para a maior glória de Deus, e maior fruto para a alma.

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Confiante docilidade, no meio da prova e das trevas, com que José obedece à voz do anjo, que em sonhos lhe dita às ordens de Deus!

Explicação:O esposo da Virgem e pai adotivo do Menino Jesus, fiel e humilde no cumprimento da bela e delicada missão que Deus lhe confiou, tornou-se o modelo de virtudes familiares e das humildes tarefas quotidianas, guardião das almas puras e protetor dos lares cristãos. Seu culto litúrgico é tardio. No século XV fixou-se-lhe a festa a 19 de Março, depois de ter sido celebrada em diferentes dias; em 1621 passou a ser celebrada por toda a Igreja universal; em 1847, São José foi declarado padroeiro da Santa Igreja Universal. As antífonas de vésperas e o evangelho da missa são tirados das narrativas evangélicas sobre a infância de Jesus; o essencial do que os evangelistas nos contam sobre S. José reduz-se a estes poucos fatos em que o santo aparece profundamente discreto e cheio de fidelidade. A epístola evoca a seu respeito a figura do justo cuja alma, toda voltada para Deus e cumulada de bênçãos, se eleva, forte e poderosa, glorificada pelo Senhor e abençoada pelos homens.

—–

MODO DE REZAR A NOVENA

1º diaSão José, pai nutrício de Jesus: Amabilíssimo São José, que tivestes a honra de alimentar, educar e abraçar o Messias, a quem tantos profetas e reis desejaram ver e não viram, obtende-me, com o perdão das minhas culpas, a graça da oração humilde e confiante que tudo alcança de Deus. Acolhei com bondade paternal os pedidos que vos faço nesta novena e apresentai-os a Jesus que se dignou obedecer-vos na terra. Amém.

V/. Rogai por nós, São José, pai nutrício de Jesus.
R/. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Para todos os dias:
Oremos. Ó Deus, que por uma inefável Providência Vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo que na terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no céu por nosso intercessor. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém. Continue lendo

Novena a Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa

SOBRE O FOLHETO

NOVENA A NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS DA MEDALHA MILAGROSA

Folheto contendo novena à Nossa Senhora das Graças.

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Opção 1: Folheto
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CONTEÚDO

Novena a Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa

A novena, preferencialmente, deve começar no dia 18 de novembro, para terminar um dia antes da festa de Nossa Senhora das Graças (27/11). Mas aquele que quiser rezar a novena em qualquer época do ano, pode fazê-lo à vontade.

Recomendamos que a novena seja precedida de uma confissão bem feita depois de um bom exame de consciência. Muito frutuoso seria também comungar todos os dias, se isto não for possível, procurar fazê-lo pelo menos em um para a maior glória de Deus, e maior fruto para a alma.

Santa Catarina Labouré (1806-1876)

Santa Catarina Labouré, foto.Em 1830, Nossa Senhora apareceu, em Paris, a Santa Catarina Labouré, então jovem religiosa, e lhe ensinou a devoção da Medalha Milagrosa. “Mandai, cunhar uma Medalha conforme este modelo. Todas as pessoas que a trouxerem ao pescoço, com confiança, e rezarem com piedade esta oração, gozarão de proteção toda especial da Mãe de Deus e receberão graças abundantes.” – prometeu a Santíssima Virgem. A promessa efetivamente se cumpriu. Em março de 1832, quando iam ser confeccionadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingiu Paris. Mais de 18 mil pessoas morreram em poucas semanas. Num único dia, chegou a haver 861 mortes. No fim de junho, as primeiras medalhas ficaram prontas e começaram a ser distribuídas entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste e tiveram início, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre. Em 1876, ano da morte de Santa Catarina Labouré, mais de um bilhão de Medalhas Milagrosas já espalhavam graças pelo mundo. Em 1894, a Santa Igreja instituiu a festa litúrgica de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, a ser celebrada neste mesmo dia 27 de novembro.

Nossa Senhora das GraçasMODO DE REZAR A NOVENA

1. Ato de Contrição.

2. Meditação do dia.

3. Súplica à Nossa Senhora.

4. Três Ave-Marias, depois à jaculatória: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”.

5. Oração final. Continue lendo

Filotéia ou Introdução à Vida Devota

SOBRE O LIVRO

FILOTÉIA OU INTRODUÇÃO À VIDA DEVOTA

Esta é uma das principais obras de São Francisco de Sales. Um verdadeiro compêndio da vida devota. O livro oferece ao leitor recomendações e exercícios para a boa condução da alma a Deus, à prática das virtudes e da oração. Traz também, avisos necessários contra as tentações mais comuns e o modo de como renovar e conservar a alma na devoção.

(Traduzida por Frei João José P. de Castro, O.F.M.)


Para comprar livro:
 Editora Permanência.

Relacionado:

Como levar uma vida Católica no mundo
Conferências baseadas na obra “Filotéia ou Introdução à Vida Devota”, de São Francisco de Sales, dadas pelo Prof. Cláudio de Cicco. (Priorado Beato Padre Anchieta – São Paulo/SP  Maio/2011)

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Opção 1: Livro escaneado
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CONTEÚDO

ÍNDICE ANALÍTICO

São Francisco de Sales – Vida
Obras
Prefácio de S. Francisco de Sales
Oração dedicatória

PRIMEIRA PARTE

Avisos e exercícios necessários para conduzir a alma que começa a sentir os primeiros desejos da vida devota, até possuir uma vontade resoluta e sincera de abraça-lá

1. A natureza da devoção
2. Propriedades e excelências da devoção
3. A devoção é útil a todo estado e circunstâncias da vida
4. Necessidade dum diretor espiritual para entrar e progredir nos caminhos da devoção
5. Necessidade de começar pela purificação da alma
6. Antes de tudo é necessário que a alma se purifique dos pecados mortais
7. Em seguida é necessário purificar a alma de toda a afeição ao pecado
8. Como alcançar este segundo grau de pureza da alma
9. Meditação sobre a criação do homem
10. Meditação sobre o fim do homem
11. Meditação sobre os benefícios de Deus
12. Meditação sobre os pecados
13. Meditação sobre a morte
14. Meditação sobre o último juizo
15. Meditação sobre o inferno
16. Meditação sobre o paraíso
17. Meditação sobre uma alma que delibera a escolha entre o céu e o inferno
18. Meditação para deliberar entre a vida mundana e a vida devota
19. Espírito necessário para fazer bem a confissão geral
20. Protestação da alma a Deus para confirmar-se numa resolução inabalável de servir-lhe e para concluir os atos de penitência
21. Conclusão de tudo o que fica dito sobre o primeiro grau da pureza da alma
22. Necessidade de purificar a alma de todos os afetos ao pecado venial
23. Necessidade de purificar a alma das coisas inúteis e perigosas
24. Necessidade de purificar a alma mesmo das imperfeições naturais

SEGUNDA PARTE

Diversos avisos para elevar a alma a Deus por meio da oração e da recepção dos sacramentos

1. A necessidade da oração
2. Breve método de meditação. Primeiro ponto da preparação: pôr-se na presença de Deus
3. Segundo ponto da preparação: a invocação
4. Terceiro ponto da preparação: propor-se um mistério
5. Segunda parte da meditação: As considerações
6. Terceira parte da meditação: Os afetos e as resoluções
7. A conclusão e o ramalhete espiritual
8. Avisos utilíssimos acerca da meditação
9. A aridez espiritual na meditação
10. A oração da manhã
11. A oração da noite e o exame de consciência
12. A solidão do coração
13. As aspirações ou orações jaculatórias e os bons pensamentos
14. A santa Missa e o melhor modo de ouvi-la
15. Outros exercícios públicos e comuns de devoção
16. Devemos honrar e invocar os santos
17. Como se deve ouvir e ler a palavra de Deus
18. Como se devem receber as inspirações
19. A santa confissão
20. A comunhão frequente
21. Como se deve comungar

TERCEIRA PARTE

Avisos necessários para a prática das virtudes

1. A escolha das virtudes
2. Continuação das reflexões necessárias sobre a escolha das virtudes
3. A paciência
4. A humildade nas ações exteriores
5. A humildade interior é a mais perfeita
6. A humildade nos faz amar a nossa própria abjeção
7. Modo de conservar a reputação juntamente com o espírito de humildade
8. A mansidão no trato com o próximo e os remédios contra a cólera
9. A mansidão para conosco
10. Deve-se tratar dos negócios com muito cuidado, mas sem inquietação nem ansiedade
11. A obediência
12. Necessidade da castidade
13. Conselhos para conservar a castidade
14. O espírito de pobreza unido à posse de riquezas
15. Modo de praticar a pobreza real, permanecendo na posse das riquezas
16. As riquezas de espírito no estado de pobreza
17. A amizade em geral e suas espécies más
18. As mais perigosas amizades
19. As verdadeiras amizades
20. Diferença das amizades vãs e verdadeiras
21. Avisos e remédios contra as más amizades
22. Outros avisos sobre as amizades
23. Exercício de mortificação exterior
24. A sociedade e a solidão
25. A decência dos vestidos
26. As conversas e, em primeiro lugar, como se há de falar de Deus
27. Honestidade das palavras e respeito que se deve ao próximo
28. Os juízos temerários
29. A maledicência
30. Alguns outros avisos acerca do falar
31. Os divertimentos; em primeiro lugar os honestos e lícitos
32. Os jogos proíbidos
33. Os bailes e outros divertimentos permitidos, mas perigosos
34. Quando se pode jogar ou dançar
35. A fidelidade devida a Deus tanto nas coisas pequenas como nas grandes
36. Devemos ter um espírito justo e razoável
37. Os desejos
38. Avisos para os casados
39. Da honestidade do leito conjugal
40. Avisos para as viúvas
41. Uma palavra sobre a virgindade

QUARTA PARTE

Avisos necessários contra as tentações mais comuns

1. Não se deve fazer caso do que dizem os mundanos
2. É preciso dotar-nos de coragem
3. Natureza das tentações; diferença entre o sentir e o consentir
4. Dois belos exemplos sobre este assunto
5. Consolação para uma alma que se acha tentada
6. Como a tentação e a deleitação podem ser pecados
7. Meios contra as grandes tentações
8. É preciso resistir às pequenas tentações
9. Meios contra as pequenas tentações
10. Modo de fortificar o coração contra as tentações
11. O desassossêgo
12. A tristeza
13. As consolações espirituais e sensíveis e como nos devemos portar nelas
14. Securas e esterilidades espirituais
15. Frisante exemplo para esclarecimento da matéria

QUINTA PARTE

Avisos e exercícios necessários para renovar e conservar a alma na devoção

1. Necessidade de renovar todos os anos os bons propósitos
2. Consideração da bondade de Deus em nos chamar ao seu serviço, segundo as protestações feitas na primeira parte
3. Exame da alma sobre o seu adiantamento na vida devota
4. Exame do estado da alma para com Deus
5. Exame do estado da alma para consigo mesma
6. Exame do estado da alma para com o próximo
7. Exame sobre as paixões
8. Afetos que se devem seguir a este exame
9. Considerações próprias para se renovar os bons propósitos
10. Primeira consideração: a excelência da nossa alma
11. Segunda consideração: a excelência das virtudes
12. Terceira consideração: o exemplo dos santos
13. Quarta consideração: o amor de Jesus Cristo por nós
14. Quinta consideração: o amor eterno de Deus por nós
15. Afetos gerais sobre as considerações precedentes, para concluir este exercício
16. Sentimentos que se devem conservar depois deste exercício
17. Resposta a duas objeções possíveis contra esta introdução
18. Três avisos importantes para terminar esta introdução

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O Terço e o Rosário

SOBRE O FOLHETO

O TERÇO E O ROSÁRIO

Folheto para ensinar a reza do Terço de Nossa Senhora.

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Opção 1: Folheto (colorido)
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Opção 2: Folheto (preto e branco)
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CONTEÚDO

O TERÇO E O ROSÁRIO

“O Rosário é para todos uma fonte de benefícios inapreciáveis. Eleva-nos insensivelmente ao conhecimento perfeito de Jesus Cristo, purifica as nossas almas do pecado, abrasa-nos do amor a Nosso Senhor e enriquece-nos de graças e de méritos”
(S. Luís Maria Grignion de Montfort).

A Santa Igreja sempre nos ensinou que o Terço é uma oração completa, pois abrange a oração vocal, a meditação e a contemplação dos mistérios de Deus. Nossa Senhora, nossa Mãe, em todas as ocasiões em que se dignou aparecer aos seus mais humildes filhos (La Salette, Lourdes, Fátima) sempre insistiu para que rezássemos todos os dias o Santo Terço. Se é verdade que algumas pessoas encontram certa dificuldade em rezá-lo, também é certo que aquelas que conseguiram vencer estas dificuldades testemunham da riqueza de graças que descobriram ao passar a rezá-lo com freqüência. Nada mais saudável para as famílias do que reunir os filhos em torno da imagem de Nossa Senhora para dirigir a Ela nossas súplicas, no meio de tantas necessidades e perigos. Continue lendo

Devoção ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria – 1ª sexta e 1° sábado do mês

SOBRE O FOLHETO

ATO DE DESAGRAVO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA.

Sagrado Coração de Jesus, nós temos confiança em Vós! Imaculado Coração de Maria, sede à nossa salvação!

Sagrado Coração de Jesus, nós temos confiança em Vós!
Imaculado Coração de Maria, sede à nossa salvação!

As primeiras sextas-feiras e primeiros sábados de cada mês são consagrados ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, que rezemos com devoção a estes Corações.

Pode-se rezar o Terço, e Ladainha de Nossa Senhora, e depois a oração que segue nesse folheto (1ª sexta ao Sagrado Coração; 1° sábado ao Imaculado Coração).

OPÇÕES PARA BAIXAR/DOWNLOAD

Opção 1: Folheto
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CONTEÚDO

Ato de desagravo ao Sagrado Coração de Jesus
(1ª sexta-feira do mês)

Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é, destes, tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos: Eis-nos aqui prostrados diante do Vosso altar, possuídos pelo desejo de reparar, com especiais homenagens, a sua culpável indiferença e as nefandas injúrias com que a todo momento ferem o Vosso amantíssimo Coração. Continue lendo

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